quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

E um óptimo 2010!

=)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal!


Feliz Natal a todos, meus caros! Que passem esta época ao lado de todos os que são realmente importantes na vossa vida. O resto vem por acréscimo. =)


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

As festas e o resto

Este era para ser um post sobre as festas, sobre como ainda não comprei todos os presentes, sobre como estou aqui a acarinhar a ideia de meter-me na confusão das prendas de última hora com tempo limitado.
Mas, em vez disso, fica só este recorte:

No outro dia, ao entrar no meu prédio, segurei a porta para uma senhora de alguma idade que também queria entrar. Não a conhecia de lado nenhum e, convenhamos, depois de quase 30 anos a morar no mesmo sítio, já começamos a conhecer a vizinhança toda.
Dita pensionista agradece com um sorriso rasgado, diz-me boa tarde e começa a fazer conversa de ocasião. A segunda tirada, como não podia deixar de ser, foi sobre o tempo.
- Está muito frio! - afiança ela, com a certeza que a sua larga experiência confere.
E eu, que nunca fui grande barra nestas trocas de ideias expresso, apliquei a minha melhor verdade universal para estas situações:
- Pois está! Mas também é o tempo dele... - dando aquele ar de quem já não anda cá há só dia e meio e já vai percebendo isto das estações.
Silêncio. A minha interlocutora calou-se, tendo já vencido os oito degraus que separam as portas da rua das dos elevadores. Por uns 10 segundos, a minha pertinente observação manteve-se no ar, como se nada mais se pudesse acrescentar a tal constatação.
Eis então que, de uma forma espectacular, a senhora se vira para mim e diz, como se de toda uma lufada de ar fresco se tratasse:
- Mas é o tempo dele, não é?
O que se responde a uma coisa destas? Nada, claro. Disse boa tarde à senhora, meti-me no elevador e subi.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Apresentações

Em primeira mão, e como prometido antes, aqui fica um exemplar em quase tudo semelhante ao que comprei há pouco menos de três semanas. Imaginem-no na versão de três portas et voilà.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Meanwhile

Enquanto as fotos não saem, sai um post.
Ando há uns dias para ir à loja do cidadão tratar de um problema com um dos Documentos Únicos que são a imagem de marca do Portugal moderno. O DU Automóvel, neste caso. Aparentemente, parece que alguém não percebeu bem que o meu nome do meio é exactamente igual ao de uma cidade bastante conhecida, resolvendo portanto acrescentar um "R". Fica giro, sim senhor, até funciona como um trava-línguas, mas pode vir a ser uma dor de cabeça se algum agente da autoridade andar a fazer o teste do algodão a tudo o que é documento. Resta saber se a culpa foi da conservatória ou do stand sendo que, agradavelmente, pode haver um custo de umas dezenas de euros para alterar o dado em questão.
Preciso também de ir ao banco. Por qualquer motivo, o meu novo cartão de débito parece não se dar bem comigo e, para além de exibir um nome ostensivamente diferente daquele que eu pedi, também me dá a simpática mensagem, em tudo o que é terminal de compras, de que se encontra anulado. Anulado, como se eu tivesse sacado o cartão ao legítimo dono num beco escuro e andasse por aí a tentar fazer as compras de Natal com ele. A parte gira é que foi activado há coisa de duas semanas.
Tenho, portanto, pendentes duas tarefas importantes.
E a moral da história, qual é?
É esta: tenham muito cuidado quando se meterem a comprar um edredon térmico do IKEA. Correm o risco de não voltar a sair da cama a horas.
Isso e deitem-se cedo.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sim, ...

... eu já voltei. Só ainda não postei sobre as férias, mas também não tarda. É só acabar de tratar as fotos.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Vam'bora!

Vamos lá, que se faz tarde! =)
Primeiro isto.


Quando voltar, isto

e isto

Até um dia destes! =)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Bowlin' with the boys

Foi no sábado à noite. Foi a primeira vez.




PS - Eu sou o do meio. Honest!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Reacções

Não sei o que é. Não sei se é medo, não sei se é uma comparação inconsciente a rejeição, não sei se será, até, inveja. Não sei se é a noção de que nunca poderei ser assim, nem que queira, porque não prevejo no meu futuro próximo a capacidade de o fazer. Não sei se é apenas por não poder estar presente, não sei se são apenas saudades de quem partilha o dia-a-dia comigo e, de um momento para o outro, partilha apenas dois pares de mensagens e um telefonema. Não sei se é o medo de que aconteça alguma coisa e eu não possa fazer nada, de tão longe que estou, não sei se é por eu próprio nunca ter gostado do lugar em questão. Não sei se é por a despedida ter sido tudo menos o que se esperava ou se por o dia do reencontro se fazer esperar com requintes de agonia.
O que sei é que aperta, retorce, mói, não larga a garganta por um segundo. E cria todo um mal-estar que era absolutamente imprevisível há uma semana. Não consigo ser eu próprio, estes dias, e os esforços para mudar não têm o tempo de que precisam para fazer efeito porque, logo a seguir, vem algo que quase os anula.
Passarei por exagerado, talvez, por egoísta, por infantil, por dramático, sofredor por antecipação. Sim, por isso tudo, mas isso não ajuda a mudar. Continuo a ser eu, com todos os meus defeitos, e a precisar de tempo para aprender a reagir de outra forma. Não é o fim-do-mundo, não é o fim de nada, sequer. É apenas o fim-de-semana que mais tempo está a demorar a chegar de que tenho memória. E nem é para resolver o problema: é só para começar a abstrair-me dele.

O senhor que se segue

Não há muitos momentos destes na vida. Pelo menos, não para o comum dos mortais, que poderá ter, digamos, umas 10 situações semelhantes - e isto, convenhamos, com uma carteira com pouca traça.

Portanto, se há cinco anos a conversa foi esta, desta vez vai soar mais rouca, mais a... diesel. Em breve, mais novidades.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Pensamento desta manhã

Soooooooono...

domingo, 1 de novembro de 2009

Par-is not worth it (yet...)

Ontem foi o dia da viagem-flash.
Confesso que fiquei desiludido com aquilo que vi de Paris - reconhecendo que foi muito pouco - e aliviado por não ter dado mais do que uma nota de €10 para pagar os vôos, com direito a troco.

Do Porto para Beauvais percebi que, afinal, alguns dos motivos porque tanta gente se queixa do serviço da Ryanair são reais - confusão e atrasos nunca caem bem, especialmente quando regados com uma aterragem em plano inclinado.
Paris, em si, deixou-me com um gostinho de aparências, uma cidade feita de imagem mas com pouca alma. Edifícios monumentais e majestosos, dinheiro a transpirar por cada poro das largas avenidas que levam ao Arco do Triunfo, luz (sim, de facto, luz). Mas fiquei com aquela sensação de ser só uma fachada, smoke and mirrors.
Repito que estive lá muito pouco tempo e, talvez por isso, tenha passado ao lado da vida parisiense. Não me conquistou. Não como Londres, que o fez assim que pus o pé em Piccadilly Circus pela primeira vez. Também não como Bruxelas, cidade que não adorei mas que tem piada nas suas imperfeições.


Admito que o facto de por lá se falar esse fascinante idioma que é o francês não ajudou em nada a que Paris caísse nas minhas boas graças. Aquilo é demasiada cantoria para mim.
Ainda assim, impõe-se dar a Paris uma segunda oportunidade, já que há seguramente tanto que ficou por descobrir.
Com o relógio nas 19h locais, a festa estava por um fio e as luzes começaram a apagar-se. Corremos para a camioneta, deixámos os outros turistas mais à vontade na cidade.
No fim do dia, ainda tive a oportunidade de apreciar o aeroporto de Beauvais com mais tempo, tendo ficado bem claro que se trata do pior barraco com lojas para onde já voei. A sério. Não é ser implicativo, foi opinião unânime: muito mau. Depois disto, acho que vou candidatar o meu lugar lugar de garagem a aeroporto internacional.
Valeu que o vôo de regresso foi relativamente tranquilo e a chegada ao Porto, ainda que por entre nevoeiro e alguma chuva, foi exemplar.

Mas como em tudo na vida tem que haver sempre algo positivo, a verdade é que vínhamos os sete com algum apetite - para não dizer fome -, pelo que depressa se percebeu que a noite não acabava no aeroporto. Estou, portanto, em condições de afirmar que coroei a ida a Paris comendo uma bela francesinha. E mais não digo.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Macro + micro = ?

Tenho metade* da vida concentrada na minha freguesia. Em três ruas da minha freguesia, para ser mais exacto. Emprego, casa e aulas de dança.
A outra metade da vida está a 50kms de mim. O Universo rege-se por leis de compensação? É matemático? E pode isto ser considerado equilíbrio?

* - no que a tempo diz respeito


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

De saída

Havia putos.
Putos aos berros, a chutar uma bola de uns para os outros, a ocupar todo o caminho da entrada. Era Outubro de 2009, mas podia ser de 1990 ou 1995.
A diferença é que, por esses dias, havia ali putos constantemente, às dezenas - uma, em dias normais; duas, em dias bons. E quando não estavam ali, era sabido: estavam todos nas traseiras, a fazer a vida num inferno a quem tinha o azar de ter a casa voltada a Norte. Os portões das garagens tinham formas curiosas, a maior parte delas por serem alvos preferenciais das habilidades de finalização - ou seja, balizas - e queixavam-se bem alto sempre que o guarda-redes respectivo não cumpria a função que lhe estava destinada.
Obviamente que os donos das respectivas balizas... perdão, garagens, não estavam pelos ajustes com este campeonato de todos contra todos e, volta e meia, lá chovia sermão e missa cantada. Jogo interrompido, lá se mudava de estratégia - futebolada normal, com balizas inofensivas - e os ânimos serenavam. Até ao dia seguinte.
Na frente do prédio, a conversa era outra. O espaço era mais apertado e a imaginação era posta a funcionar. Duas balizas estreitas, jogo mais técnico, campeonatos de 1x1, em que era obrigatório rematar colocado e em força para se chegar a algum lado. Dois a jogar, os outros todos sentados no degrau diante das portas, ora a desconcentrar, ora a esperar apenas pela sua vez. Uhm, normalmente a desconcentrar, sim.
Desta vez não se jogava de baliza em baliza.
Os putos estavam só num amontoado, a passar a bola de forma desorganizada mas a fazer o barulho típico de grandes jogadas em estádios cheios. Foi bom rever a cena, ainda que de mais alto, ainda que só por uns segundos, de passagem, como que a lembrar que a vida já não é a mesma. Imaginei porque não estaria ali ninguém a reclamar do barulho, porque não estaria o vizinho do primeiro andar, de dicionário em riste, a discutir a superioridade da construção frásica "jogar a bola" sobre a sua congénere popular "jogar à bola". Porque não estaria o do rés-do-chão a perguntar quem amolgou a porta do carro (se está a ler, desculpe...).
Talvez porque, como para mim, acabava por ser reconfortante também para todos eles aquela algazarra ali criada, como se houvesse vida nova num prédio que já cresceu há uns anos e que começa agora a sair de casa para ir fazer a sua vida noutro lado qualquer. Talvez porque, com mais desencanto mas mais realismo, todos soubessem que aquele era apenas um retrato passageiro de algo que já não volta e que, em vez discutir com esse retrato, era melhor ficar apenas a admirá-lo, como se faz com todos os outros, e deixar o tempo correr ao sabor da memória.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

França, take 2

Ora, portanto, a França era uma espécie de espinha atravessada no meu mapa de passeatas pela Europa. Não é que tal mapa esteja particularmente recheado de cruzes a marcar os sítios por onde passei - não são assim tantos, é um facto - mas a França era ainda uma vasta área cinzenta a separar a Ibéria do resto do continente.
Dia 31 começo pela capital, como já tinha dito antes, e em finais de Novembro vou dedicar-me ao centro, mais concretamente Lyon. E, dessa forma, já não me fica a faltar pôr os pezinhos em terras da liberté, da fraternité e das baguettes.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

E afinal...

Qual é o meu lugar aqui?

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

DESadenda

Afinal não vai haver quarto concerto. Uma alteração de última hora na data desalinhou os planos e, dessa forma, ficamos mesmo com o cartaz anterior. E já não é mau... =)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Adenda ao anterior

Foi confirmado hoje um quarto nome para o festival. Em breve, o cartaz completo! =)

domingo, 20 de setembro de 2009

Sync

Dia, mês, ano e hora. Nice! =)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

My own little "summer" fest


=)


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Alien

Hoje, ao passar por uma das ruas principais da minha cidade, dei conta de que já não o fazia há muito tempo. Não àquela hora, não a ver a cidade à luz do fim do dia - momento que, note-se, teima em chegar cada vez mais cedo, a abrir caminho para o Outono.
Fiquei realmente impressionado com a forma como, sem eu ter dado conta, um caminho que eu fazia tantas vezes deixou de ser parte do quotidiano de forma tão marcada. É também por isto que percebo que pertenço cada vez menos à minha cidade e que o meu lugar já não é aqui.
Por agora fico. Até quando?

domingo, 23 de agosto de 2009

Viagens flash

O conceito não é novo, mas também não será propriamente antigo. Não fui eu, sequer, quem o inventou, mas aderi a ele de imediato.
A ideia é simples: aproveitar as benesses que algumas companhias aéreas oferecem e, no espaço de um dia, ir visitar uma qualquer cidade europeia como se de um passeiozinho ali à rua do lado se tratasse.
Seremos uns 10, na minha primeira viagem-flash. É no final de Outubro. E é para aqui.



sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Ora... =(

E uma faringite manda um fim-de-semana pelo cano abaixo em dois tempos. Ao menos, que seja só isso.
(não sou eu. mas posso vir a ser)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mais Alto

Boa semana a todos.
Ao som disto. Porque sim. =)



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Não-post

Há coisas que acontecem por bem.
Há coisas que não acontecem pelo mesmo motivo. Mesmo que, naquele momento (naqueles dias, naquelas semanas) não estejamos a ver que sentido pode isso ter, a verdade é que, quando somos confrontados com as consequências que a nossa realidade podia ter sofrido, não podemos deixar de entender tudo à luz de uma verdade mais abrangente e deixar que aquilo que antes nos incomodava se reduza, agora, a apenas uma bem-oleada peça da engrenagem a que chamamos vida.
Não se trata aqui de descobrir a pólvora, mas sim de sentir que, pela primeira vez, aquilo que sou hoje poderia já não existir, nem de perto, nem de longe. É sempre a proximidade que nos choca.

Ou que nos ajuda. Porque, como disse, há coisas que acontecem por bem e que, de imediato, revelam o seu propósito. Hoje também, encurtou-se uma distância ilógica que se mantinha há meses e que me levou a colocar a noite em perspectiva e a perceber que aquilo que verdadeiramente importa não se mede com uma fita métrica. Mede-se com um sorriso. Um só, em particular. E ele está lá.
Tenho que agradecer, não à dona dele, mas a quem se deixou para segundo plano para que eu pudesse entender que só ele importa. Muito, muito Obrigado.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Do fim-de-semana

Isto.



E Mazurka. Quero mais. =)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Andanças e viagens

Sexta-feira.
Fim-de-semana.
Devia ficar quietinho no meu espaço a descansar - afinal, ainda não estou dentro do ritmo de trabalho. Mas isto de o caminho se fazer a dois acaba por potenciar coisas destas. Amanhã, seis da tarde, saio da IBM e vou direitinho a Sul, onde me espera uma noite de Andanças e um sorriso do tamanho do Mundo. No sábado, já bem melhor acompanhado, volto para cima, só para chegar perto do Douro e fazer inversão de marcha para trocar de companheiros e (re)visitar a Viagem Medieval de Santa Maria da Feira. Espera-se que valha tanto a pena como no sábado passado (sim, vou repetir o programa, mas agora com um aniversário incluído).
E domingo... teremos sempre Braga! =)
Bom fim-de-semana, malta!

Será das horas?

Se calhar, ando a precisar de dormir mais. Desde segunda-feira que ando a sentir-me particularmente irritável (e irritado, também) quando deveria ser ao contrário. Era suposto estar numa daquelas fases em que tudo parece um mar de rosas, por força de todas as circunstâncias e mais algumas.
Acho que tenho um par de explicações para isto (e uma delas tem, de facto, a ver com horas de sono), mas detesto andar assim. Parece que não consigo manter a minha atenção naquilo que realmente importa - ela vai sempre bater ao que me incomoda. Bah...!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Bem-vinda

=)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Zeroed in

E então, eis que...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Deal!

Contrato assinado.
Dia 3 começo a trabalhar. Já vos disse que a Apple tem produtos de grande qualidade e que os iPods são muito lindos, muito fofos? (sorriso #33)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Há vida, senhores, há vida!

Pois que estou por terras poveiras, como é tradição em cada mês de Julho.
Excluindo devidamente os tempos investidos em trabalho e estudo, têm sido dias a puxar espírito leve e muita viagem para café, jantar e cinema.
Ao som disto.

Boas férias.

sábado, 27 de junho de 2009

Olha que dois...



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Wiiiiiiii!

Ao contrário do que é costume...

Contra as normais expectativas...

De forma nunca antes vista (na secção do talho do Continente, ao ver o e-mail no telemóvel)...

Fiquei ontem a saber que.....


TXARAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNN!!

Ganhei uma coisa destas no Monopoly do McDonald's!
Viva a fast-food, pá!



sábado, 23 de maio de 2009

Away to a home away from care

Amanhã vou outra vez em direcção à capital.
Voltarei à vida na terça... ou não, quem sabe? Já não seria a primeira vez que ia passar uns dias e ficava uns meses.
Gostava que acontecesse outra vez. Preciso de algum distanciamento do que tenho aqui - para lhe dar valor ou para provar que há mais para mim lá fora.
Venho já.



sexta-feira, 22 de maio de 2009

I'm so...

Happy to help others, happily failing to help myself.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Enttäusch mich nicht

Enttäuschen - desiludir, decepcionar

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Windows 7

De maneiras que ando desde ontem a testar isto:

Promete.

sábado, 2 de maio de 2009

Duh

O prometido é devido:



quinta-feira, 30 de abril de 2009

Driving

Predictably bound to be nothing more than smoke and mirrors.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Flight 666

Hoje fui ver isto:


Em duas palavras: BRU-TAL!

Filmado inteiramente em HD, com som full surround, é um filme intensíssimo e com cenas fabulosas - então as imagens aéreas do avião são do outro mundo!

Se gostam da música, não podem perder o filme. Se não gostam da música, vejam pela experiência de som e imagem. Muito bom!

Ponham os olhinhos


E não sou eu que o digo, é a Pi, do Sou Senhora de Mim.

Ela dizia também para passar isto a 10 pessoas, mas como eu sou um mãos-largas, vou mesmo é partilhar com todos os meus leitores. Sim, vocês os quatro acabam de ganhar também um prémio. Agora ponham-se a andar, que a minha vida não é só isto!
Abracinhos.

domingo, 12 de abril de 2009

The sound of silence

Ontem dei conta de que tenho saudades de ouvir música. Deitar-me na cama, só com o livro que vem no CD, a ouvir a música, a acompanhar a letra (nunca gostei daqueles que não a têm).
O computador mudou a forma como o faço. Ouvir música passou a ser algo acessório de escrever, de jogar, de trabalhar. Foi despromovido de actividade principal a mero acompanhamento.
É muito diferente ouvir música no computador. Tanto que ainda hoje gostaria de ter uma aparelhagem no quarto para dar uso aos CDs, em vez de recorrer sempre ao Walkman* e aos milhares de MP3 soltos que por lá vivem. Continuo a achar que não há nada como ouvir um álbum completo de um fôlego só, sem interrupções e num formato lossless.
E deixar que as ideias flutuem, se reorganizem, dispersem até realidades paralelas que nunca o serão e que voltem, depois, mais leves e a cheirar a novo. Preciso de tempo para isto...

* e, como já não é a primeira vez que tenho de desfazer o equívoco, relembro: Walkman não é o velhinho leitor de cassestes. É isto.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Agora já não faz.

Words are [still] meaningless and forgettable.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Faz todo o sentido. Agora.

Words like violence break the silence
Come crashing in into my little world
Painful to me, pierce right through me
Can't you understand, oh my little girl...

[...]

Vows are spoken to be broken
Feelings are intense, words are trivial
Pleasures remain, so does the pain
Words are meaningless and forgettable


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Bonecada

Digam o que disserem, os desenhos animados dos anos 80 têm qualquer coisa a que os actuais não conseguem sequer chegar perto. Seria ingenuidade, seria o facto de não serem digitais? Não sei ao certo mas, olhando para isto, dá vontade de rever tudo de uma ponta à outra (cliquem no HQ, para ser ainda melhor):







Hoje em dia, para genéricos que me dizem alguma coisa, a escolha só pode ser esta:



P.S. - para as mentes mais curiosas que podem - ou não - ter estado num jantar que pode - ou não - ter-se realizado na última sexta-feira e que querem saber qual foi a não-prenda que ninguém me ofereceu... wait for it...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Spread too thin

Há alturas em que sinto que não consigo desdobrar-me por tudo o que devo, que quero ou que gostaria, em que fica bem claro que não consigo ir a todas.
E esta é uma delas.

domingo, 22 de março de 2009

Primeira


Roubaram-na ao Sporting? Perfeitamente de acordo!
Deram-na ao Benfica? Não esqueçamos que se decidiu nos penaltis...


e ainda...


Oficial - Quique sai no fim da época
Vieira já encontrou sucessor para o espanhol. Trata-se de um técnico norte-americano, formado em medicina, presença assídua num programa televisivo daquele país e que dá pelo nome de Gregory. O contrato foi assinado esta tarde em Faro e o homem já esteve no relvado, no fim do jogo, a festejar com uma das águias do clube.


sábado, 21 de março de 2009

Nunca é demais lembrar:

Ela espera-nos.



quinta-feira, 19 de março de 2009

Linhas do dia

Dirigida a mim:
"Anda para o hotel comigo!"

Pensada por mim:
"No fim de contas, parece que tenho algum juízo"

Nota importante:
não estão relacionadas. :)

Nota importante 2:
tentar encontrar qualquer lógica assente nos três itens anteriores não vai dar bom resultado. :)

terça-feira, 17 de março de 2009

Showdown (mais ou menos)


Há coisa de cinco anos, quando fui ver este jogo, longe estava de imaginar que estas seriam precisamente duas das opções em confronto para umas férias com amigos.
Desta vez ganharam os outros.

sábado, 14 de março de 2009

Vida académica

CALENDÁRIO (de ontem para hoje)
Aula: 17h00-19h00
Pré-trabalho, com outra pessoa do grupo: 19h10-20h35
Trabalho com o grupo completo: 21h00-23h45
Jantar: 0h00 (!)
Trabalho, I alone vs. computador: 01h10-04h00
Aula: 09h00-11h00

TRABALHOS
Estratégia de Lisboa I: 20/03
Políticas de Cidadania: 23/03
Estratégia de Lisboa II: 27/03
Espaços de Liberdade: 02/04

No meu tempo, "vida académica" queria dizer outra coisa... =P

quinta-feira, 5 de março de 2009

Retomar e descobrir

Devo confessar que não tinha memória de ver o estádio municipal de Braga tão bem frequentado. Dos meus tempos de assíduo do 1º de Maio até hoje, parece que muito mudou - e não foi para pior. Daí que ter passado duas horas no frio da noite de Dume (potenciado pelo efeito "túnel de vento" da linda obra do Souto Moura) até tenha acabado por valer a pena. Não só o Braga ganhou ao Vitória como saí de lá de vista lavada e convicto da necessidade de ressuscitar esse velho hábito de ir à bola de 15 em 15 dias - não por especial amor ao Sporting de Braga, mas por gostar do ambiente e do espectáculo em si (e juro que agora não estou a falar de adeptas). Vai daí, voltei a fazer-me sócio e passarei a ser presença assídua nos jogos de Jesus & Os Apóstolos, fiel, como sempre, à sensivelmente semestral "traição", sempre que o meu Benfica por cá se apresentar (ou seja, ponho cachecolinho da águia e vou ver o jogo para o 1º andar...). Se houver voluntárias para receber o beijo aqui do Judas, queiram fazer o favor de chegar-se à frente.

Num tema sem qualquer relação, ando a ouvir com alguma insistência Scream, o último de Chris Cornell. Não é típico de mim, mas a verdade é que está a ser uma agradável surpresa, mesmo que fora do meu género de eleição.

domingo, 1 de março de 2009

Flowing

E então estás a voltar para casa, no fim de mais uma noite com o pessoal do costume, e passa-te à frente um breve resumo da tua vida. Teres o banco de trás do carro só para ti acaba por ser uma conveniente metáfora foleira para aquilo de que te apercebes. Amaste duas pessoas na vida e nenhuma delas está ali contigo, o que quer dizer que, em algum momento, alguma coisa correu da forma que tu não querias. E o real significado disso, qual é?



PS - bem-vindos ao meu mês


sábado, 14 de fevereiro de 2009

Campus de Marcosende


Nice!
Para a semana levo máquina fotográfica a sério, vou-me divertir um bocado! :)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PCCT

Depois de amanhã vou fazer algo que devia ter feito há muito tempo.
Tive a oportunidade à minha mercê, há coisa de cinco anos, e deixei-a fugir pelo meio dos dedos. Ainda hoje isso me está cravado na garganta, tanto mais que nem foi por mim que fechei a porta a esse projecto. Não consigo contar quantas vezes me arrependi de não o ter feito, de ter deixado que outra pessoa tenha tido o poder de me fazer desistir de um objectivo que eu sempre tive. Não valeu a pena, decididamente; na altura fazia todo o sentido, hoje não faz.
Depois de amanhã vou fazer algo que devia ter feito há muito tempo. Não vai ser, de perto nem de longe, igual ao que podia ter sido na altura. Sim, aquilo que é verdadeiramente importante, "importante" naquele sentido adulto das responsabilidades, da formação, dos horizontes de carreira, vai estar lá. Mas não vai estar toda a parte da experiência de vida, de criar laços, de ver o Mundo desligado do meu mundo. Ainda assim, é alguma coisa... é algo que quero experimentar, nem que apenas por algumas semanas.
Depois de amanhã, então... vou ter a minha primeira aula no estrangeiro.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Decisions, decisions...

Confuso não é estar no meio da ponte. Nop. Na verdade, é das situações mais simples que existem: ou para a frente ou para trás. Mesmo admitindo a terceira via, para os que têm queda para tendências suicidas, o quadro continua a ter muito pouco de complexo.
O mal está mesmo na tomada de decisão. É saber que o caminho será um daqueles dois mas não ser capaz de decidir por estar tudo preso por detalhes.
E, de repente, a terceira via torna-se sedutora.

sábado, 31 de janeiro de 2009



Comprar mobília nova é um exercício que, para além de físico, pode levar-nos a tempos onde há muito já não entrávamos. No processo de esvaziar armários e gavetas velhos, é impossível não dar de caras com papéis, rabiscos, histórias inteiras escritas em Word 95 e mandadas imprimir numa das primeiras HP a jacto de tinta que habitaram esta casa.
Histórias de viagens, do dia-a-dia, de amores e sobretudo desamores que passaram, tiveram o seu tempo e lentamente se esvaíram em memórias poeirentas. É engraçado ver como tudo, nos idos de 98, parecia tão definitivo, tão this is it!. Nunca haveria de perder contacto com aquelas pessoas porque era a minha turma, gente altamente e impecável com quem se viveu as primeiras saídas à noite, primeiras bebedeiras (eles, pelo menos...) e as primeiras viagens de vários dias longe da asa da família.
E depois, certo como 2+2, acabamos a perguntar-nos o que será feito dessas pessoas e como é que o mundo conseguiu levar cada um para seu lado sem que nos apercebessemos disso. (E nem é preciso ir a 98 para sentir isto mesmo...)
Mas, no meio de tudo, há sempre alguma coisa ou alguém que se safa. Da mesma forma que pegamos em montes de papéis velhos e nos sentamos a uma mesa - ou no meio do chão - a escolher aqueles que queremos salvar do ecoponto azul, também algumas pessoas acabam por ficar connosco ao longo do tempo. E, quando paramos para pensar, temos já 15 anos de histórias paralelas, que nunca se tornaram numa única em comum, mas que jamais deixaram de andar lado a lado. E sorrir é tudo o que nos resta.

PS - também podemos cair no lugar comum do "estamos a ficar velhos". E estamos. Mas a pedalada ainda dá para acordar às 11h30 de uma quinta e ir dormir às 5h45 já de sábado.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A música do dia [de ontem]


Sentenced
The End of The Road
The Funeral Album (2005)