sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

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Já não é novidade. Ainda dói, mas cada vez menos.

Estou no comboio.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

É tempo

Noutras horas, de olhar em volta, pesar, medir, somar, subtrair, multiplicar e dividir, decisões instalam-se para não mais partirem.

Por elas haverá quem parta.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Vida 2.1

Em horas devidas a realidades parelelas, há verdades que ecoam em trilhos sem brilhos, sob mantos de negro veludo, abafando sem peso o que atrás jazia em segredo.

Em horas de novas caras, de conversas alheias, solta-se a prosa e o Verão flui e reinventa-se e revela faces ocultas. Toda uma ideia, nascida de olhares e sinapses, ganha corpo e enche a alma. Gume avesso que rasga intrigante deslealdade, simples equívoco injustificado às mãos de cegas intenções demolidoras.

Uma miragem em farrapos, desfeita em espirais de canalhice, e um sorriso largo, a coroar a materialização de antecipações tantas vezes desenhadas. A verdade é uma: tão só e apenas um largo nada. E feridas abertas em alianças que remontam às origens do real. E sorrisos, punhos cerrados, unhas cravadas na carne e sangue a correr fervente.

Porque há epílogos que tardam e se fazem esperar, mas confirmam que os caminhos traçados estão certos e nada mudaria, houvesse necessidade de refazê-los. E somos mais, valemos. Impérios reerguem-se na arrogância do ego.

Eu tinha razão.