terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Eu não mereço....

Chegar a casa cansado, para lá da meia-noite, depois de fazer compras de Natal que não estavam sequer em vias de concretizar-se (e com os nomes dos três destinatários em falta a martelar-me a cabeça), abrir a caixa do correio e pegar num envelope que fez 2970 quilómetros só para chegar às minhas mãos é algo que não se explica.
Como não se explica o segundo em que dei conta de que, nas últimas semanas, não me passou sequer ao de leve pela cabeça a ideia de escrever àquela pessoa. Devo ser dos piores seres humanos à face da Terra.

PS - depois de ler o postal, o sentimento foi ainda pior

domingo, 21 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Estamos a passar de 20 para 21 de Dezembro. O Natal está mais do que a chegar, já está praticamente aqui, com as compras, os doces, a árvore, as luzes, o presépio, os jantares e almoços, as trocas de prendas, os centros comerciais a esbordar e as voltas à cabeça para saber o que oferecer a quem.
Estranhamente, este ano não sei onde pára o meu espírito de Natal. Não me apetece fazer compras, não estou entusiasmado com a festa, não tenho sequer vontade de enfeitar o pinheiro cá de casa - e o facto de ele ainda não estar feito já significa, por si, muita coisa.
Acho que preciso de reinventar o meu Natal, fazer com que valha a pena e com que me deixe novamente em pulgas para saltar da mesa e ir abrir as prendas como fazia quando era puto. Ou seja, até ao ano passado.
Não estou ressabiado. Espero que todos vocês tenham o melhor Natal das vossas vidas, junto daqueles que amam e com quem querem estar. Eu sinto, simplesmente, que me falta alguma coisa.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Ilusões

É engraçado como há dias em que parece que não nos falta mesmo nada.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Bons conselhos a más horas

... faz-te à pista!
Domingo, 04h15

domingo, 7 de dezembro de 2008

Conteúdos

O que é mais difícil? Preencher um vazio ou um preenchimento vazio?



Lição do dia

Nunca voltes aonde já foste feliz”

(nem uses a pior gravata do mundo)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Tem dias

Não é fácil estar sempre ligado. Há momentos em que fica só aquela vontade de fazer logout, meter férias, limpar a cabeça, deixar tudo em suspenso e procurar refúgio numa qualquer fantasia traçada por nós a régua e esquadro, sem um único cabelo fora do lugar. Como naqueles dias em que começamos a adormecer no comboio e, de repente, aquela gente que nos rodeia, a sucessão de estações, os balanços das curvas não são mais que uma quente escuridão onde não há sons nem peso, onde o quotidiano não tem espaço para entrar.

Às vezes preciso de fugir, deixar o mundo lá fora sem mim e não me partilhar com mais ninguém. Alhear-me, abstrair-me. Como fiz ao escrever este post.

PS – Amanhã é outro dia. Login over and over again. “Estamos a trabalhar bem”. Plural?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mensagens Soltas (1)

“Actualiza o blog, oh fdp! =p”



sábado, 23 de agosto de 2008

Do NOT jump to conclusions

Acabar o dia assim

terça-feira, 12 de agosto de 2008

8.640

É longe...

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Lei 11

Gostava de ouvir um qualquer porta-voz da UEFA pronunciar-se sobre se a lei do fora-de-jogo que validou o primeiro golo da Holanda contra a Itália também serve para autorizar empurrões pelas costas dentro da área. Quanto ao árbitro, que - casualmente... - era o mesmo, esse já sabemos que o autoriza.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

あした

Star

メタリカ @ ロクインリオ・リスボン

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Please

reset

sábado, 19 de abril de 2008

Já fui, já voltei e já vi

18042008286

Vê-se mal, eu sei, mas são os Nightwish. Ontem, no Coliseu do Porto.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Quando lerem, já fui

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E talvez também já tenha voltado. See you around.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Livro de cabeceira


Trabalho, a quanto obrigas...

segunda-feira, 17 de março de 2008

sábado, 15 de março de 2008

Cansado.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Home

Já não é novidade. Ainda dói, mas cada vez menos.

Estou no comboio.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

É tempo

Noutras horas, de olhar em volta, pesar, medir, somar, subtrair, multiplicar e dividir, decisões instalam-se para não mais partirem.

Por elas haverá quem parta.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Vida 2.1

Em horas devidas a realidades parelelas, há verdades que ecoam em trilhos sem brilhos, sob mantos de negro veludo, abafando sem peso o que atrás jazia em segredo.

Em horas de novas caras, de conversas alheias, solta-se a prosa e o Verão flui e reinventa-se e revela faces ocultas. Toda uma ideia, nascida de olhares e sinapses, ganha corpo e enche a alma. Gume avesso que rasga intrigante deslealdade, simples equívoco injustificado às mãos de cegas intenções demolidoras.

Uma miragem em farrapos, desfeita em espirais de canalhice, e um sorriso largo, a coroar a materialização de antecipações tantas vezes desenhadas. A verdade é uma: tão só e apenas um largo nada. E feridas abertas em alianças que remontam às origens do real. E sorrisos, punhos cerrados, unhas cravadas na carne e sangue a correr fervente.

Porque há epílogos que tardam e se fazem esperar, mas confirmam que os caminhos traçados estão certos e nada mudaria, houvesse necessidade de refazê-los. E somos mais, valemos. Impérios reerguem-se na arrogância do ego.

Eu tinha razão.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Voltas e re-voltas

Da experiência sem aviso vem à tona o instinto. O que leva a não quebrar quando as condições não são as ideais, quando não há sequer um espaço a que possa chamar meu, quando o dia ganha traços de rotina e tudo se mecaniza em obediência aos ponteiros, quando "lá" se transforma cada vez mais em "cá" e "cá" se dilui até restar apenas uma realidade lembrada. Não sei se alguma vez chamarei definitivamente "cá" a "lá", mas é para aí que vou continuar a caminhar nos dias que vêm. Amanhã retomo o novo eu - aquele que ainda não sei de cor, versão melhorada e expandida, com uma capacidade nova sempre na ponta da língua. Gosto dele.

 

Em resposta à Guiga, ando por Lisboa, sim. Fui entrevistado e recrutado por mero acaso, numa tarde em que visitei uns tios na empresa em que trabalham (e que divide o espaço com aquela onde eu estou a trabalhar). E assim uma visita de 6 dias se transformou numa estadia de três semanas. Até agora... porque vai continuar.

Esclarecendo, estou numa agência de comunicação e marketing a fazer um estudo de mercado sobre um material usado em construção - um tipo de madeira, para ser mais preciso. É um trabalho temporário e que tem o seu quê de desagradável, já que é preciso fazer "pequenas" entrevistas telefónicas a arquitectos e engenheiros, que são sempre pessoas muito ocupadas e sem tempo para responder a coisas deste género. Mas isso é apenas o lado negativo. Pela positiva, há que dizer que tenho uma equipa de trabalho fabulosa, com duas colegas extremamente simpáticas e empenhadas e uma responsável pelo projecto que não olha a meios para nos pôr à disposição tudo o que vai sendo necessário. A nossa retribuição passa por darmos o melhor em todo o processo e não apenas nas entrevistas, que era o que inicialmente nos estava destinado. Sendo a equipa composta por uma pessoa de Comunicação e duas de Marketing, a coisa depressa encarrilou e não demorou muito até ganharmos a confiança da responsável, que nos deu carta branca para remodelarmos todos os guiões como quisessemos. Esta é, felizmente, a parte mais animadora do trabalho, já que coloca uma série de desafios em cada questão e exige um esforço extra para nunca perdermos de vista aquilo que o cliente (a empresa que encomendou o estudo) realmente quer.

Como aliciante extra, eu fiquei ainda encarregue de toda a comunicação por e-mail com os potenciais entrevistados - o que implica um interessante processo de gestão de mensagens e pastas, de modo a que todos saibamos a quantas anda o estudo - e também de elaborar o relatório diário da campanha, extraindo dados do Access e alimentando o formulário do Excel para que, no fim do dia, tudo esteja relatado com o maior detalhe possível.

E, em traços gerais, é isto. Este fim-de-semana vim finalmente a Braga, mas amanhã volto para baixo, para mais uma semana de trabalho. Gostaria muito de ficar por lá de forma permanente, mas não é fácil encontrar um emprego que me possa garantir, quase de imediato, a subsistência na capital. Os pais não me podem ajudar muito neste capítulo e, assim sendo, só fico se aparecer algo mesmo muito bom. Mas enquanto não estiver dentro do comboio que me traga definitivamente de regresso a casa, a esperança mantém-se.

E por aqui me fico... o post já vai longo e é certinho que ninguém vai ter paciência para ler até ao fim. =)

domingo, 13 de janeiro de 2008

Relatório intercalar

Trabalho redobrado, responsabilidades nos ombros, mal dormir oito horas por dia, rotina diária cumprida religiosamente, uma equipa excelente dentro e fora da empresa. Não podia pedir muito mais para este primeiro choque com Lisboa. Por mim, fico.

lxsr

domingo, 6 de janeiro de 2008

Reminder - UPDATE

Lisboa

Vai ser bom ensaio. Assim se espera.