terça-feira, 18 de abril de 2006

Último dia de férias

Pois bem... hoje (segunda) foi o último dia das férias forçadas que comecei em Outubro, depois de ter saído de A Bola. Aproveitei-o entre dois vícios: o do SimCity 3000 e o da minha mais recente aquisição em matéria de jogos de tabuleiro: São Petersburgo. Muito interessante, podem ver mais aqui.



Amanhã começo um período de adaptação ao local onde vai decorrer um estágio profissional de nove meses, dependente apenas da aprovação do Intituto do Emprego. Se tudo correr bem, o estágio propriamente dito começará em Maio, mantendo-me ocupado até ao final de Janeiro do próximo ano.
Para além do factor "ordenado", que não é desprezível de todo, existe também o desafio de fazer rádio, algo que tinha vontade de experimentar há já algum tempo. Junta-se a fome à vontade de comer, portanto. Para além de tudo isto, ainda é preciso ter em conta que esta pode ser uma oportunidade com pernas para andar, já que a rádio está em processo de restruturação e a própria directora admitiu já que é possível que continuem a precisar de mim depois do estágio. Assim sendo, vamos a isto! :)

PS - Para os mais cuscos, chama-se Rádio Barcelos e emite em 91,9 FM. Não se assustem.

sexta-feira, 14 de abril de 2006

A nova doutrina

A partir de ontem, actividades como ver televisão, ler jornais e navegar na internet passaram a constar no rol de pecados. Para além da evidente campanha de negação do acesso à informação - que nos faz pensar se, afinal, o Vaticano não será regido por uma ditadura fascizóide -, há a realçar um pormenor muito importante, que vem mostar que, nos dias de hoje, nem os líderes máximos de uma instituição estão livres do pecado. Pergunto eu, então: QUE VEM A SER ISTO, SENHORES?!? Arrepende-te de imediato... pastor alemão!

domingo, 9 de abril de 2006

sexta-feira, 7 de abril de 2006

The Vengeance, the Vendetta


Remember remember the fifth of November
Gunpowder, treason and plot.
I see no reason why gunpowder, treason
Should ever be forgot.


Está, seguramente, entre os melhores filmes do ano. O tempo dirá se não se trata, até, do melhor.
V for Vendetta é grande demais para descrições, opiniões ou críticas. V é daquelas obras que merecem ser vistas e revistas, por todas as razões e mais alguma.
Saiam de casa, vão ao cinema, vejam este filme.
E tentem acompanhar, de fio a pavio, o monólogo de apresentação do mascarado V.

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Booooooring...



(bocejo...)

Ultimamente sinto que conheço bem demais os cantos da minha casa...

domingo, 2 de abril de 2006

Às vezes pode dar jeito

Há pessoas de quem Jorge Sampaio se esqueceu naquela vaga de condecorações que levou a cabo nos últimos dias do seu mandato. Digo isto porque há indivíduos que nitidamente se destacam da mole humana que todos os dias calcorreia as ruas do nosso país, levando a cabo esforços inigualáveis na tentativa de ajudar o próximo. Fazer o bem sem olhar a quem é sempre louvável e pessoas que o fazem mereciam uma condecoração, nem que fosse uma daquelas de fim de mandato. Ficava bem e deixava-nos com um sentimento de que o país reconhece os actos dos seus cidadãos mais valorosos.
Vamos pôr os olhos nesta situação: precisamos urgentemente de dinheiro. OK, todos precisamos, mas não é disso que estou a falar. Precisamos de dinheiro na mão, dinheiro vivo, notas. Por um azar qualquer, a loja onde estamos a fazer aquela compra por que ansiámos durante o último mês e meio tem o pagamento electrónico fora de serviço e nós, como sempre, não temos dinheiro que chegue na carteira. Precisamos de um Multibanco!
Explicamos a situação ao balcão e saimos da loja para levantar dinheiro para pagar. É um cenário que causa sempre tensão. Enquanto caminhamos, já ouvimos na nossa cabeça aquela música que a TSF costuma colocar nos instantes finais dos relatos dos jogos de futebol. Há gotículas de suor a escorrer da nossa testa. Chegamos finalmente ao Multibanco e introduzimos o cartão. Marcamos o código, tudo bem, e começamos a descomprimir. E é neste preciso instante, quando procuramos a opção Levantamentos, que nos apercebemos de que ela não está lá. Olhamos duas vezes, certos de que os nossos nervos nos estão a pregar uma partida. Mas nada. Os Levantamentos não estão mesmo no écran. Começam as palpitações. Que raio vamos fazer? Vamos ao outro Multibanco, que fica ali a 300 metros? E se ele está fora de serviço? E se há uma fila enorme e nunca mais de lá saimos?
É neste momento de terror que percebemos o quão valiosa é uma mão amiga que nos mostre a luz e a atitude certa a tomar. Quem colocou o aviso merece, de facto, uma estátua!


A câmara do telemóvel é má, reconheço... diz "Quebrar em Caso de Emergência"