sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Férias - parte 5 (este ano)


Berlim, da manhã de sábado à manhã da próxima sexta.
Seis dias de frio e, esperemos, uma quanta neve.
Como sempre, eu voltarei - ou não.
Se não me virem por aqui nos próximos dez anos, já sabem: esperem mais dez.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Siga a banda

Daqui a uma semana entro de férias.
Se fosse hoje, não era cedo. A minha cabeça tem andado um saco a abarrotar com marcação de viagens, procura de hotéis, envio de CVs, consultas médicas, mudança completa da medicação, horários constantemente trocados e incoerentes, clientes incessantemente irritantes, contas para os próximos dois meses, arranjos no carro... Tanto que até me esqueço do que é realmente importante e, esta semana, falhei um compromisso daqueles porque fiz confusão com os dias. A juntar à radiografia que já tinha falhado na semana passada (porque, no dia para que a marquei, simplesmente não soou nenhuma campainha na minha cabeça), facilmente concluo que preciso de férias.
Ou de um telemóvel com écran bem grande e alarmes estridentes, para isto não voltar a acontecer.
De qualquer das formas, o que quero mesmo, agora, é tentar encarar isto tudo de uma forma diferente. Acomodar-me cada vez menos e continuar a perseguir o objectivo a que me propus há algum tempo, com determinação e sem lamentações. Os últimos dias correram bem - apesar do tal percalço com as trocas de datas - mas acho que pode ser ainda melhor.
Mas, por agora, o que realmente interessa é que é sexta-feira.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Três pontos... só isso

O Benfica perdeu, ontem, por muitos. Um resultado que não é tanto um pesado castigo, mas sim um justo castigo pelos tantos erros cometidos, dentro e fora de campo, por jogadores, equipa técnica e direcção do clube. Erros esses que vêm do final da época anterior.
Conjugou-se tudo, a noite correu mal e perdemos. Mas, tal como acontece a todos, perdemos apenas três pontos. E, assim sendo, se a diferença para o líder se cifra agora em dez - que podem ser decisivos, sim, mas que só mesmo o tempo o dirá -, é fácil compreender que não é a noite de ontem que leva a decisões sobre o desfecho do campeonato. Mais importantes do que esta derrota foram, sem qualquer dúvida, os desaires frente ao Vitória de Guimarães, Nacional e Académica - jogos dos quais a APAF não saiu com imagem imaculada, tendo até o seu presidente, Vítor Pereira, admitido erros crassos em nosso prejuízo.
Desta forma, ainda que a questão do título não esteja, de todo, resolvida (estamos na jornada 9...), a verdade é que começa a ser difícil adivinhar um desfecho que conduza ao bicampeonato. Cabe-nos agora, de forma natural, dar a volta a esta situação. Olhando para dentro, vendo o que está mal e o que pode - e deve! - ser corrigido e, em seguida, levantar a cabeça. Porque 1, 2 ou 5, a verdade é que são sempre três pontos, que fazem a mesma comichão de quaisquer outros.
Saibamos ser grandes nas vitórias e, em dias como o de hoje, saibamos perder. O jogo de ontem teve o desfecho que teve porque o entregámos de mão beijada. Estou convencido de que, com outra organização (Coentrão na ala esquerda da defesa, Saviola na frente, etcetera e tal), a história seria outra. Como não foi, resta a resignação e seguir em frente. Sem alaridos e sempre, mas sempre, civilizados.
Não é isso, afinal, que nos distingue dos demais?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eu mereço (?)

E, de castigo pelo post anterior, eis que me toca o prémio de melhor agente da linha espanhola no mês de Outubro. Joder...