quinta-feira, 29 de julho de 2010

'Telelinha' do tempo

Estava, há pouco, a começar a ler um artigo sobre a evolução de um site que costumo consultar, o GSM Arena. Eles fazem hoje uma resenha dos 10 últimos anos em matéria de telemóveis, correspondentes ao mesmo período de actividade do site.
Isto fez-me também embarcar na mesma viagem pelo tempo e constatar que o telemóvel é algo que me acompanha há já 12 anos. De facto, foi em finais de Julho de 1998 que recebi o meu primeiro, um Mobicom RC730.
Era um pedaço de plástico um pouco inútil, à data. Pouca gente tinha telemóvel e o número de chamadas era realmente reduzido. Ainda assim, era o meu primeiro telemóvel e, claro, um brinquedo inestimável.

Não durou muito tempo, contudo. Um ano depois, chegou-me às mãos o que eu pensava que seria um modelito melhor, mas que se revelou uma desilusão: o Sagem MC820. Apesar de mais básico, foi o telemóvel que acompanhou os primeiros tempos de vida académica e conheceu, portantos, tempos agitados.
Ainda assim, ao fim de ano e meio, conheceu o sucessor. Escolhi um modelo contra a corrente do momento, em que toda a gente queria deitar a unha ao 3310. Para ser diferente, mandei vir o todo-o-terreno Siemens M35, com uma espectacular antena integrada e protecção contra poeira, salpicos e choque. Aliás, foi precisamente a tampa traseira, revestida a borracha, que fez com que o telemóvel fosse para reparar por um bom tempo, levando-me a comprar dois outros - e, dessa forma, passei a ser eu a financiar os meus próprios vícios.
O primeiro, um Alcatel OT512, não foi muito feliz. Nunca me adaptei muito bem aos menus, apesar de reconhecer que foi dos telemóveis mais leves e pequenos que já tive.
O segundo, esse, foi um caso de longevidade. Deixei-me convencer pelo teclado completo e pelo leitor de MP3 (com uns 'fabulosos' 256MB...). Este telemóvel era praticamente impossível de meter num bolso, mas tinha o Space Impact, joguinho que estava na moda naquela altura. Ainda funciona perfeitamente e, há coisa de um mês, este telemóvel andava comigo todos os dias, enquanto esperava que um dos actuais voltasse de reparação. Mas já lá vamos...

Os tempos estavam a mudar e os écrans a cores e o formato de concha estavam a conquistar o mundo. Dessa forma, juntei pontos do Clube Viva e encomendei o Motorola V525, em Outubro de 2003. Este foi o meu primeiro relacionamento sério com um telemóvel. Não havia nada que ele não fizesse. Vinha artilhado com câmara, dois visores - um deles com 65 mil cores -, ligação à internet. Na altura, era um brutal "you name it!". Esteve comigo 3 anos, período no qual ainda coleccionei um Samsung X480.
Admito que este não foi uma necessidade, mas apenas uma forma de arranjar um segundo número para estar mais contactável pelos 96 (cartão Uzo). Ainda resiste, funciona perfeitamente.
O senhor que se seguiu marcou a minha estreia com problemas nos telemóveis. Tendo começado a trabalhar poucos meses antes, troquei o V525 por este Sony Ericsson W550, um telefone de que ainda hoje gosto por ser tão fora do normal. Infelizmente, fez com que duas baterias inchassem em pouco menos de seis meses e acabei por devolvê-lo.
Veio então o Samsung E880, pequeno, de bom aspecto, com uma câmara rotativa que ficava protegida do pó e coisas que tal. Infelizmente, a qualidade de som não estava à altura e também este voltou para trás ao fim de pouco tempo.
Por coincidência, foi nessa altura que a Vodafone baixou drasticamente o preço ao Nokia N80, um verdadeiro canivete suíço da era pré-GPS. Video-chamada, WiFi, Symbian S60, câmara de 3.2MP... enfim, não tive dúvidas no momento de comprar. É um dos telefones com que ando ainda hoje (leva já 3 anos de serviço) e sempre se aguentou muito bem.
Entretanto, com o passar do tempo, abandonei a Uzo e converti-me ao TAG. A princípio usei o X480 como o telemóvel para este número, mas tive necessidade de algo mais completo - principalmente para usufruir dos serviços de internet e das MMS. Arranjei, então, um Sony Ericsson K800i usado. Ficou na minha mão pouco tempo, dado que o Bluetooth não ligava.
Por acordo com o vendedor, acabei por trocá-lo por um K850i, que era algo digno de se ver. A câmara de 5MP com flash de duplo LED não ficava a dever muito a uma câmara compacta tradicional. Já os botões tácteis eram um pouco mais fracos e, ao fim de poucos meses, a coisa descompôs-se de vez, o que me levou a comprar aquele que tenho hoje.
O Nokia 5220, apesar de mais modesto do que muitos dos seus antecessores, cumpre perfeitamente com aquilo que dele podia esperar - tendo até melhor comportamento com os Nokia Maps do que o N80.
E assim acaba a saga. 12 anos e 13 telemóveis depois (média interessante...), a verdade é que este é um capítulo que nunca está fechado. De olhos postos num futuro próximo, há candidatos que já se vão perfilando. Mas isso vai ficar para outras núpcias...


terça-feira, 27 de julho de 2010

Do inesperado

Os melhores momentos não nos deixam escolher dia ou hora para virem ao nosso encontro.
Eles aparecem, por exemplo, numa conversa que se espreguiça noite dentro, com o Tejo aos pés, lua pendente sobre o horizonte, num espelho de prata, e temperatura a roçar a perfeição.
E querer ficar nos teus braços é tudo o que posso desejar.

domingo, 18 de julho de 2010

Agora é que vai ser giro



Estão a começar as quatro semanas mais empolgantes, fantásticas e esperadas do ano. Já me sinto vivo outra vez...

domingo, 4 de julho de 2010

Apetece-me...

Partir tudo.

No bom sentido. Honest.