quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Vam'bora!

Vamos lá, que se faz tarde! =)
Primeiro isto.


Quando voltar, isto

e isto

Até um dia destes! =)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Bowlin' with the boys

Foi no sábado à noite. Foi a primeira vez.




PS - Eu sou o do meio. Honest!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Reacções

Não sei o que é. Não sei se é medo, não sei se é uma comparação inconsciente a rejeição, não sei se será, até, inveja. Não sei se é a noção de que nunca poderei ser assim, nem que queira, porque não prevejo no meu futuro próximo a capacidade de o fazer. Não sei se é apenas por não poder estar presente, não sei se são apenas saudades de quem partilha o dia-a-dia comigo e, de um momento para o outro, partilha apenas dois pares de mensagens e um telefonema. Não sei se é o medo de que aconteça alguma coisa e eu não possa fazer nada, de tão longe que estou, não sei se é por eu próprio nunca ter gostado do lugar em questão. Não sei se é por a despedida ter sido tudo menos o que se esperava ou se por o dia do reencontro se fazer esperar com requintes de agonia.
O que sei é que aperta, retorce, mói, não larga a garganta por um segundo. E cria todo um mal-estar que era absolutamente imprevisível há uma semana. Não consigo ser eu próprio, estes dias, e os esforços para mudar não têm o tempo de que precisam para fazer efeito porque, logo a seguir, vem algo que quase os anula.
Passarei por exagerado, talvez, por egoísta, por infantil, por dramático, sofredor por antecipação. Sim, por isso tudo, mas isso não ajuda a mudar. Continuo a ser eu, com todos os meus defeitos, e a precisar de tempo para aprender a reagir de outra forma. Não é o fim-do-mundo, não é o fim de nada, sequer. É apenas o fim-de-semana que mais tempo está a demorar a chegar de que tenho memória. E nem é para resolver o problema: é só para começar a abstrair-me dele.

O senhor que se segue

Não há muitos momentos destes na vida. Pelo menos, não para o comum dos mortais, que poderá ter, digamos, umas 10 situações semelhantes - e isto, convenhamos, com uma carteira com pouca traça.

Portanto, se há cinco anos a conversa foi esta, desta vez vai soar mais rouca, mais a... diesel. Em breve, mais novidades.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Pensamento desta manhã

Soooooooono...

domingo, 1 de novembro de 2009

Par-is not worth it (yet...)

Ontem foi o dia da viagem-flash.
Confesso que fiquei desiludido com aquilo que vi de Paris - reconhecendo que foi muito pouco - e aliviado por não ter dado mais do que uma nota de €10 para pagar os vôos, com direito a troco.

Do Porto para Beauvais percebi que, afinal, alguns dos motivos porque tanta gente se queixa do serviço da Ryanair são reais - confusão e atrasos nunca caem bem, especialmente quando regados com uma aterragem em plano inclinado.
Paris, em si, deixou-me com um gostinho de aparências, uma cidade feita de imagem mas com pouca alma. Edifícios monumentais e majestosos, dinheiro a transpirar por cada poro das largas avenidas que levam ao Arco do Triunfo, luz (sim, de facto, luz). Mas fiquei com aquela sensação de ser só uma fachada, smoke and mirrors.
Repito que estive lá muito pouco tempo e, talvez por isso, tenha passado ao lado da vida parisiense. Não me conquistou. Não como Londres, que o fez assim que pus o pé em Piccadilly Circus pela primeira vez. Também não como Bruxelas, cidade que não adorei mas que tem piada nas suas imperfeições.


Admito que o facto de por lá se falar esse fascinante idioma que é o francês não ajudou em nada a que Paris caísse nas minhas boas graças. Aquilo é demasiada cantoria para mim.
Ainda assim, impõe-se dar a Paris uma segunda oportunidade, já que há seguramente tanto que ficou por descobrir.
Com o relógio nas 19h locais, a festa estava por um fio e as luzes começaram a apagar-se. Corremos para a camioneta, deixámos os outros turistas mais à vontade na cidade.
No fim do dia, ainda tive a oportunidade de apreciar o aeroporto de Beauvais com mais tempo, tendo ficado bem claro que se trata do pior barraco com lojas para onde já voei. A sério. Não é ser implicativo, foi opinião unânime: muito mau. Depois disto, acho que vou candidatar o meu lugar lugar de garagem a aeroporto internacional.
Valeu que o vôo de regresso foi relativamente tranquilo e a chegada ao Porto, ainda que por entre nevoeiro e alguma chuva, foi exemplar.

Mas como em tudo na vida tem que haver sempre algo positivo, a verdade é que vínhamos os sete com algum apetite - para não dizer fome -, pelo que depressa se percebeu que a noite não acabava no aeroporto. Estou, portanto, em condições de afirmar que coroei a ida a Paris comendo uma bela francesinha. E mais não digo.