segunda-feira, 30 de abril de 2007

LUZ

A mística do Benfica está quase toda aqui.
Os quatro anéis da nossa alma.

(Não resisti a roubar descaradamente a ideia daqui)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Yey!


Tenho um menino destes para brincar até sexta-feira.
TDI.

sábado, 14 de abril de 2007

Constatação (assustadora!)

Lembrei-me há coisa de uma hora que, no final de Março, passaram dez (10!!) anos sobre a minha ida a Londres. Muito tempo. Tempo a mais, que passou a correr. Ainda não cumpri a promessa de lá voltar, mas irei fazê-lo, mais dia, menos dia. Está no topo da lista de prioridades (a menos, claro, que uma certa tia muito simpática me arranje o tal vôozito de borla para N.Y. naquela companhia aérea onde ela trabalha, que começa em T, acaba em P e tem A no meio).
Ao fundo do baú fui buscar estas duas - e decidi que tenho de passar todas elas para o computador. Aqui está Londres, 1997.




(Um rebuçado a quem me reconhecer. Vá, dois, que eu não sou forreta)
(Hmmm, sim, parece-me que é um facto; esta deve ser mesmo a primeira foto minha no meu blog)

terça-feira, 10 de abril de 2007

Poder paternal

Nas condições de aluguer de automóveis da Avis pode ler-se o seguinte:
"Como alternativa ao PAI, o cliente pode subscrever o SUPER PAI e obter níveis superiores de cobertura...".
Maravilha. Vou andar sempre com o meu ao lado.

domingo, 8 de abril de 2007

Páscoa, post 200 e outas coisas que tal...


A Páscoa só pode fazer parte de um plano para arrasar com a saúde de um gajo.
Um tipo chega a Dezembro e entra-lhe pela porta dentro todo o tipo de doçaria que só não faz mal ao longe e fechada num cofre. Quando um tipo se está a refazer, ali para finais de Março, o que é que lhe cai no colo? O aniversário, claro. Parilhado com alguém da família, para piorar a coisa, já que a festa é a dobrar e a desgraça cresce exponencialmente. E depois vem a Páscoa. A Páscoa das amêndoas, do pão-de-ló e do pudim... A Páscoa, por Deus, devia calhar quando cada um entendesse. Estava um tipo sentado em casa, descansado, a ler o jornal de sábado, e podia dar-se a situação de pensar "Hmmm, já não há uma festa há alguns meses. Se calhar é uma boa altura para a Páscoa". Posto isto, telefonava à família, convidava-os para o almoço de cabrito no dia seguinte e, no caso de haver a tradição na sua terra, informava o pároco da freguesia de que ia precisar de uma cruz ao domicílio no dia seguinte. De tarde, de preferência, que acordar num domingo ao som de uma campaínha transportada por um indivíduo que sofre de Parkinson não é dos cenários mais interessantes na vida de uma pessoa.
E pronto, tínhamos a Páscoa.

Noutro capítulo, mais concretamente naquele que aborda eventos-que-não-se-podem-evitar-porque-isto-da-matemática-é-coisinha-que-não-brinca-em-serviço,-ah-pois-não!, o post anterior foi, nem mais, nem menos, do que o número 200 do :SW?:.
Este é, portanto, o 201º.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Vergonha

Acaba de passar, na EuroNews, um pequeno trabalho sobre violência nos estádios europeus. A peça focou Lyon, Paris e Catania, mas podia ter incluído imagens do jogo desta noite na Luz.
Sete petardos e duas cadeiras lançados pelos atrasados mentais dos adeptos de um clube nojento causaram três feridos entre os espectadores que tiveram a infelicidade de se sentar directamente por baixo da gente mais reles que o nosso país conhece. Houve necessidade de tirar pessoas da bancada em maca. Havia crianças naquele sector, muitas crianças.
As perguntas, neste momento, são várias: quem os pôs no piso 3, sabendo do que são capazes? Porque é que a polícia, num jogo classificado como de alto risco, deixa que sejam levados petardos para dentro do estádio? Porque é que a polícia de intervenção, vendo o que se passava no piso 3, ficou junto ao relvado, passiva, a olhar? Porque é que não há memória de qualquer acção judicial contra aquela claque, useira e vezeira neste tipo de situações?
Talvez a resposta seja a mesma do caso Mateus: a acção dos tribunais civis fica à porta do estádio. É lamentável, revoltante e inaceitável que assim seja. Em primeiro lugar, porque ninguém está acima da lei, ainda que o dirigente máximo do tal clube queira levar a crer no contrário, arrastando consigo nesse ideal autocrático indivíduos como os que hoje estiveram em Lisboa. E depois, porque não há ninguém disposto a fazer a dita "justiça desportiva", algo de que tanto se falou quando o assunto foi relegar o Gil Vicente à Liga de Honra, mas que se esconde em vielas escuras quando o visado é um dos "grandes".
O que se passou na Luz foi uma das mais baixas demonstrações de violência gratuita e falta de civismo. Qualquer pessoa com um mínimo de bom-senso não espera outra coisa que não seja um castigo pesado sobre o clube que tão mal se auto-proclama representante do Norte; qualquer pessoa que esteja minimamente a par do que se passa no nosso futebol sabe que nada vai acontecer e tudo vai ficar igual.
A respeito deste assunto, deixo uma última opinião, que encontrei algures num fórum:
"Que se fodam as claques, que se fodam os cânticos. Prefiro mil vezes estar em segurança num estádio em silêncio do que ouvir uma cadeira a bater na cabeça de uma criança."