quarta-feira, 14 de junho de 2006

Falar para o boneco


Isto é que tem sido uma fartura de comentários...

PS - A estrada é minha.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Eu e os jogos

Estas são as últimas aquisições, via Amazon:


domingo, 11 de junho de 2006

PORTUGAL - Angola

Que saibam manter o espírito de há dois anos e aproveitem um adversário mais fraco para ganhar margem de golos. FORÇA PORTUGAL!

sábado, 10 de junho de 2006

Este ano é a dobrar


Hoje é dia de Portugal. Amanhã também, espero eu.

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Aí está o Mundial


Faltam pouco mais de três horas para o pontapé de saída do Mundial. Espera-nos um mês de futebol do mais alto nível, que pretendo acompanhar a par e passo no Mundial 2006. Espero as vossas visitas (e se alguém quiser colaborar, que avance!).

PS - O link estava errado, mas já corrigi. Agora sim, avancem!

quinta-feira, 8 de junho de 2006

A verdade escondida

Que o JVP assinou pelo Braga não é segredo nenhum. Mas o verdadeiro alcance da coisa é só um: depois da Isabel Figueira, também a Marisa Cruz se muda para Braga. Mais nada.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Bah!



Seis de Junho de dois mil e seis.
Seis do seis de seis.
Seis-seis-seis.
666.
Tanta propaganda e nada! Foi um dia igualzinho aos outros. Ou talvez não... como já ouvi alguém dizer, talvez tenha nascido um futuro presidente do Sporting (isto lembra-me é que foi um dia dos diabos para o Gil Vicente, que parece que sempre vai para a segunda!).
Enfim... o 666 já lá vai e do diabo nem sinal. Fica a minha homenagem (atrasada) a uma data tão redonda. É só espreitar o leitor de MP3 aqui ao lado.

sexta-feira, 2 de junho de 2006

O torneio dos putos. E não só.

Tenho andado a acompanhar o Europeu de sub-21. Mas mal. Não vi nenhum jogo pela televisão - nem mesmo os de Portugal, e ainda bem, porque me parece que não perdi nada - e só vou assistindo ao que se passa aqui no Municipal de Braga. Hoje estive lá pela terceira vez e vi a França pela terceira vez. E, finalmente, consegui ver o que queria desde a primeira: a França a perder. Perdoem-me os leitores franceses - e eu sei que há hordes deles - mas não posso com a vossa selecção. Nem mesmo com a de sub-21. Hoje ganhou quem eu queria mas, acima disso, ganhou quem merceu e fez por isso do princípio ao fim do jogo, quem subiu ao relvado só para jogar futebol e não para entrar também em artimanhas. Reconheço que a França tem uma equipa de um valor incalculável, mas ver a Holanda jogar, hoje, foi sublime. Três nomes que ficam na memória: Klas Jan Huntelaar, Nicky Hofs e Romeo Castelen. Um trio que vai meter respeito a muito boa gente.
Domingo vou estar no Bessa (cortesia da Carlsberg e da Unicer) para ver o desfecho deste campeonato e aviso já que vou torcer pela laranja.

De resto, não tenho feito muito. Para além dos já tradicionais jogos de tabuleiro, vício que me tem ocupado cada vez mais tempo (eu sei que vocês não ligam puto, mas só para que conste, nas últimas três semanas experimentei Beowulf, Louis XIV, Lift Off, The Lord of The Rings: The Duel, Mall of Horror, Starfarers of Catan, Bang!, Meuterer e um com um labirinto cujo nome me escapa; além disso, Dracula e Settlers of Catan já vêm a caminho, directamente da Alemanha, e estão prometidas sessões de Arkham Horror e da variante para dois do Catan)... mas, voltando à frase principal, dizia eu que para além destes jogos todos, a rotina foi quebrada na terça, com uma visita a Castro Laboreiro, que fica mais ou menos ali na fronteira com Espanha, quase a chegar ao fim do Mundo, sítio onde nunca tinha estado mas que me agradou bastante. De facto, se conseguirmos esquecer por uns momentos que aquelas bandas dão guarida a umas quantas espécies de cobras e víboras, para além de simpáticos lobos e inúmeras e inofensivas abelhas e vespas, andar pelos trilhos cobertos de mato e rodeados de água até se torna deslumbrante. Apesar disso, não ficou fora de hipótese alugar por lá uma casita perdida no meio do monte para a passagem de ano. Pelo menos é original... entrar no ano novo a lutar contra uma alcateia que insiste em cear connosco (ou cear-nos a nós, nunca se sabe).
Fica uma foto para abrir o apetite. Cliquem nela para ver o álbum completo.