sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Voltei


A estadia foi boa, a comida estava fixe, a(s) cama(s) era(m) cinco estrelas (e a bomba de ar também) e as anfitriãs merecem todo o tipo de elogios.
Mais fotos? Claro!

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Volto já

sábado, 18 de novembro de 2006

Booked, (almost) packed and ready to go

Trier

Estou quase a entrar de férias. As primeiras desde que trabalho. Já tenho os vôos marcados, as combinações estão praticamente acertadas e os pormenores vão sendo ultimados à medida que a altura se aproxima. Parto, primeiro, para aqui e, já que lá estou, aproveito para dar um saltinho aqui e visitar esta menina. Espera-se neve.

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Número do dia

160.398 (link)

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Assim sim

Tal como da última vez... Benfica 3, Celtic 0.
Nuno Gomes festeja o segundo golo contra o Celtic

domingo, 29 de outubro de 2006

Futebóis, lda.

Depois do jogo de ontem, em que o nojo da vci mostrou, uma vez mais, ter um paio descomunal, fui ao Municipal de Braga ver jogar um "candidato ao título"... ou assim dizem os adeptos daquelas bandas.

Ocupei o meu lugar - conseguido à borla, claro, que não há cá dinheiro para patos - e pude então assistir a um verdadeiro recital de impotência do Braga perante a boa organização defensiva do Marítimo e contra-ataques mortíferos que iam deixando os arsenalistas cada vez mais para trás no marcador.
O jogo acabou com 1-4, como se sabe, e há três pontos que me ficam na memória: a falta de ideias do Braga na altura de construir um ataque com pés e cabeça, a suicida propensão do árbitro Paulo Costa para complicar o seu próprio trabalho (o que não invalida a acertada decisão de expulsar Maurício por entrada violenta) e a infelizmente inalterada e tripeiramente subserviente mentalidade da mais antiga claque bracarense, que irrompeu num injustificável "Filhos da Puta SLB" quando o Braga perdia (!) por 3-0. Espero, a bem do fair-play no futebol nacional, que o Benfica seja capaz de fechar-lhes a boca dentro de duas semanas.

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Vende-se


Máquina fotográfica com dois anos e uma porrada de acessórios (sim, a docking station é um deles... um cartão de 256MB é outro e há mais). Alguém quer?

domingo, 24 de setembro de 2006

(Re) Deutschar


Se depender só de mim, a partir do próximo mês retomo o curso livre de alemão na UM. Do início, porque não me lembro do essencial. Quartas, das 18 às 20. Alguém quer fazer-me companhia?

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Pois é...

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Há cães com dias melhores



Os últimos dias andam a mexer-me com os nervos. São irritantes, os sacanas.
Primeiro dou de caras com um farolim partido e uma pancada que fez estragos na mala do meu GTi. Como ó óbvio, o filho da puta que fez o serviço não deixou contacto. 115 euros mais IVA para arranjar o farolim. A amassadela deve valer coisa parecida.
Ida ao dentista. Uma massa que por aqui andava partiu e fui à cadeira eléctrica na esperança de tapar o buraco. Estupidez minha, claro. Este caso só vai ser resolvido na segunda (com direito a um espigão cravado na gengiva/maxilar para segurar o arranjo) mas, entretanto, já outro dente foi tratado. Ou seja, em menos de uma semana é o valor de um farolim. Sem o IVA, valha isso.
Finalmente, e porque a minha moral ainda não estava completamente de rastos, desmarcaram-me as férias do mês que vem e passaram-nas para Novembro... numa altura em que já tinha planos, viagens quase marcadas, bilhete para o piso 3 inferior quase comprado (foi mesmo por mero acaso que não o comprei) e o sistema todo preparado para parar daqui a um mês. Agora faltam dois... boa merda, em bom português.
E assim vamos andando.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Reviravoltas do consumismo

Afinal foi este.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

O consumismo

Ter um ordenado fixo ao fim do mês (sim, à terceira tentativa tenho finalmente ordenado!!!) é, no meu caso, um alimento para o vício. Estes senhores fabricam um (ou melhor, muitos) deles. O outro é este.
Isto para Setembro, claro.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Say What?!???

"- Bom dia! Precisa de ajuda?
- Bom dia... estou aqui a ver as pénis para o computador... queria uma de 1GB."

"- Bom dia, posso ajudar?
- Bom dia! Quero um tinteiro para a minha impressora, se faz favor.
- Com certeza! Sabe o modelo do tinteiro?
- Eh pá, isso é que eu não sei...
- E o da impressora, pode dizer-me?
- Ah, é aquela HP que faz de impressora, tira cópias e é fax!"

segunda-feira, 24 de julho de 2006

A (não) vida deste blog

O :SW?: anda meio abandonado... cheio de pó e teias de aranha, pelas ruas da amargura, vai atravessando uns becos escuros e mal-frequentados enquanto espera por melhores dias.
As explicações são simples e por esta ordem: férias e trabalho. Depois de ter estado desde Novembro à espera de um emprego sem fazer nenhum (descontando os 15 dias anormais que passei naquela espelunca a que chamam rádio), havia logo de ser recrutado em pleno mês de Julho, tempo de férias desde que tenho idade para me lembrar do que quer que seja. É preciso ter azar, caraças!
Ainda assim, do mal o menos: já não estou parado e, desta vez, é certinho que vou ganhar algum, ainda que o contrato fique aquém do meu salário ideal. A carreira também não é aquela que tinha sonhado (mas, verdade seja dita, não tinha sonhado com nenhuma), ainda que possa, em poucos anos, e pelo que vou descobrindo a cada dia que passo por lá, ser alvo de uma ascenção mais ou menos rápida e sólida.
O essencial resume-se, portanto, a que estou a trabalhar no Office Centre de Braga desde há uma semana como Operador de Informática. Como disse... não é nada por aí além, mas é melhor do que estar parado. Espero ver-vos por lá a comprar uns portáteis, hã?

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Onze para hoje

Para que as minhas ideias não sejam entendidas como críticas fáceis, depois da coisa correr mal, digo já quem acho que devia alinhar de início amanhã.
Quim; Paulo Ferreira, Meira, Ricardo Costa, Nuno Valente; Petit, Maniche, Tiago, Simão, Ronaldo; Nuno Gomes.

Duas ressalvas: este onze assenta no esquema que costumamos usar, com um ponta-de-lança isolado. Não é o meu preferido. Idealmente jogaria com dois, mas acho que nem Pauleta nem Postiga merecem a titularidade.
Paulo Santos pode entrar ao intervalo, para também ele dizer que jogou.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Segunda parte do filme

Mais uma vez, como no final do Euro 2004, apetece-me apontar o que está mal na selecção. Porque isto é tudo muito bonito, os jornalistas em euforia, a publicidade que encaixa tantas vezes quanto possível as palavras "Portugal", "futebol" e "vitória" em filmes de 30 segundos, o povo que atira indiscriminadamente "até os comemos!!!" à mistura com "vamos ganhar!!!"... mas é indiscutível que há ali cus que não batem com calças, como este campeonato mais uma vez provou.
Aquilo que mais me incomoda é a total incapacidade para furar defesas. Vimos isso por duas vezes contra a Grécia, há dois anos, vimos isso no jogo com Inglaterra, há uns dias, e vimos isso hoje, com a França a jogar fechada na defesa e Portugal a fazer tudo bem até dois terços do caminho da baliza de Barthez e a perder completamente o Norte na altura de concretizar. É irritante ver uma equipa sem argumentos para fazer um golo, jogando com um Pauleta inconsequente e inexplicavelmente titular, depois de ter provado, por diversas vezes, que o rumor de que apenas faz golos contra formações fracas é bastante mais do que um exercício de má-língua.
Em segundo lugar, tive oportunidade de contar quantos cruzamentos chegaram à cabeça dos nosso avançados nesta meia-final. O resultado é zero. Como se faz isto? Como é possível que uma equipa consiga uma prestação tão pobre num capítulo de importância vital para a decisão de um jogo? E como pode um país, eufórico, acreditar que a selecção será campeã do Mundo quando esses pormenores que fazem toda a diferença não consegume ser contornados entre dois grandes torneios?
Não quero que isto seja lido como um ataque gratuito à selecção. Eu podia começar a discutir as opções de Scolari, a pôr em causa as qualidades do Miguel (que hoje esteve mal no momento de passar a bola) ou do Ronaldo, que procura sempre uma nova finta sobre o defesa. Não o faço. Falo apenas de casos gritantes que devem ser urgentemente corrigidos para que esta equipa possa ansiar vôos mais altos.
É certo que, por outro lado, se o lance do Henry foi penalty, também o do Ronaldo, minutos depois, o seria. É certo que o árbitro Larrionda foi perdulário com os amarelos, apitou quase sempre contra nós e, mais uma vez, mostrou que há interesses e poderes muito fortes nos bastidores do futebol mundial (como também demonstra a atitude incompreensível de Blatter, que veio agora emendar a mão e pedir desculpa a Ivanov, árbitro do Portugal-Holanda). Mas nada disso pode abafar ou minorizar a importância daquilo que há a corrigir dentro de portas. Para que, numa outra ocasião, a culpa de uma derrota possa ser exclusivamente alheia.

Desejos íntimos

Apetece-me tanto ver um Alemanha-França no sábado!

Desejos íntimos

Apetece-me tanto ver um Alemanha-França no sábado!

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Falar para o boneco


Isto é que tem sido uma fartura de comentários...

PS - A estrada é minha.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Eu e os jogos

Estas são as últimas aquisições, via Amazon:


domingo, 11 de junho de 2006

PORTUGAL - Angola

Que saibam manter o espírito de há dois anos e aproveitem um adversário mais fraco para ganhar margem de golos. FORÇA PORTUGAL!

sábado, 10 de junho de 2006

Este ano é a dobrar


Hoje é dia de Portugal. Amanhã também, espero eu.

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Aí está o Mundial


Faltam pouco mais de três horas para o pontapé de saída do Mundial. Espera-nos um mês de futebol do mais alto nível, que pretendo acompanhar a par e passo no Mundial 2006. Espero as vossas visitas (e se alguém quiser colaborar, que avance!).

PS - O link estava errado, mas já corrigi. Agora sim, avancem!

quinta-feira, 8 de junho de 2006

A verdade escondida

Que o JVP assinou pelo Braga não é segredo nenhum. Mas o verdadeiro alcance da coisa é só um: depois da Isabel Figueira, também a Marisa Cruz se muda para Braga. Mais nada.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Bah!



Seis de Junho de dois mil e seis.
Seis do seis de seis.
Seis-seis-seis.
666.
Tanta propaganda e nada! Foi um dia igualzinho aos outros. Ou talvez não... como já ouvi alguém dizer, talvez tenha nascido um futuro presidente do Sporting (isto lembra-me é que foi um dia dos diabos para o Gil Vicente, que parece que sempre vai para a segunda!).
Enfim... o 666 já lá vai e do diabo nem sinal. Fica a minha homenagem (atrasada) a uma data tão redonda. É só espreitar o leitor de MP3 aqui ao lado.

sexta-feira, 2 de junho de 2006

O torneio dos putos. E não só.

Tenho andado a acompanhar o Europeu de sub-21. Mas mal. Não vi nenhum jogo pela televisão - nem mesmo os de Portugal, e ainda bem, porque me parece que não perdi nada - e só vou assistindo ao que se passa aqui no Municipal de Braga. Hoje estive lá pela terceira vez e vi a França pela terceira vez. E, finalmente, consegui ver o que queria desde a primeira: a França a perder. Perdoem-me os leitores franceses - e eu sei que há hordes deles - mas não posso com a vossa selecção. Nem mesmo com a de sub-21. Hoje ganhou quem eu queria mas, acima disso, ganhou quem merceu e fez por isso do princípio ao fim do jogo, quem subiu ao relvado só para jogar futebol e não para entrar também em artimanhas. Reconheço que a França tem uma equipa de um valor incalculável, mas ver a Holanda jogar, hoje, foi sublime. Três nomes que ficam na memória: Klas Jan Huntelaar, Nicky Hofs e Romeo Castelen. Um trio que vai meter respeito a muito boa gente.
Domingo vou estar no Bessa (cortesia da Carlsberg e da Unicer) para ver o desfecho deste campeonato e aviso já que vou torcer pela laranja.

De resto, não tenho feito muito. Para além dos já tradicionais jogos de tabuleiro, vício que me tem ocupado cada vez mais tempo (eu sei que vocês não ligam puto, mas só para que conste, nas últimas três semanas experimentei Beowulf, Louis XIV, Lift Off, The Lord of The Rings: The Duel, Mall of Horror, Starfarers of Catan, Bang!, Meuterer e um com um labirinto cujo nome me escapa; além disso, Dracula e Settlers of Catan já vêm a caminho, directamente da Alemanha, e estão prometidas sessões de Arkham Horror e da variante para dois do Catan)... mas, voltando à frase principal, dizia eu que para além destes jogos todos, a rotina foi quebrada na terça, com uma visita a Castro Laboreiro, que fica mais ou menos ali na fronteira com Espanha, quase a chegar ao fim do Mundo, sítio onde nunca tinha estado mas que me agradou bastante. De facto, se conseguirmos esquecer por uns momentos que aquelas bandas dão guarida a umas quantas espécies de cobras e víboras, para além de simpáticos lobos e inúmeras e inofensivas abelhas e vespas, andar pelos trilhos cobertos de mato e rodeados de água até se torna deslumbrante. Apesar disso, não ficou fora de hipótese alugar por lá uma casita perdida no meio do monte para a passagem de ano. Pelo menos é original... entrar no ano novo a lutar contra uma alcateia que insiste em cear connosco (ou cear-nos a nós, nunca se sabe).
Fica uma foto para abrir o apetite. Cliquem nela para ver o álbum completo.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Il Maestro


O bom filho do Benfica apresentou-se hoje diante de 3000 adeptos desejosos de vê-lo de vermelho há já 12 anos. O pormenor do ordenado diz tudo. Rui Costa está em casa.

sábado, 20 de maio de 2006

Festival à antiga


Sábado. Um dia de tédio... no meio de tão pouco para fazer, fiquei o dia todo em grande vaga de preguiça no sofá, a olhar para a televisão e para o computador. Estava eu muito entretido nesta pasmaceira quando me apercebo de que, na RTP1, está a decorrer a votação do já clássico Festival da Eurovisão. A voz que acompanha as imagens é a do inconfundível Eládio Clímaco. Fico ali, a ver os últimos 20 minutos, e a coisa acabou por valer a pena. Reparem na quantidade e qualidade de pérolas debitadas, num ritmo quase frenético, por essa glória da locução:

- A Ex-república jugoslávia da Macedona...
- A Moldova...
- Vocês parecem mesmo gregos! (tradução... "livre"... de «You look just like Will & Grace»)
- A Moldóvia (variante de Moldova)
- A juventude gostou muito desta música! Eu sei porque tenho amigos jovens!
- Reiquiavique, capital da Finlândia!

Lindo! Já não me lembrava de semelhante mostra de profissionalismo e cultura desde os tempos em que este mesmo Eládio apresentava de forma ímpar os míticos Jogos Sem Fronteiras, brindando-nos com terminologia ao nível de uma Chéquia! Uma noite para os anais da televisão.

(Quanto ao festival em si, ganharam estes "senhores", para surpresa de todos)

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Curiosidade interna

Reparei agora... já fez dois anos que mudei o :SW?: do Blogger Brasil para o Blogger.com. O tempo não brinca em serviço.

quinta-feira, 18 de maio de 2006

É assim...

Ando sem inspiração.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Square one

Ou estaca zero. Eis-me de volta, depois de uma possibilidade de estágio profissional me ter passado perto do nariz. E não falhei nenhuma entrevista nem fui posto fora... desisti. A história tem muitos detalhes e estou farto de repisá-la, nos últimos dias... mas, de forma abreviada, conta-se assim: era suposto que o estágio começasse este mês. Com base nessa premissa, aceitei - porque de uma rádio se tratava - começar a ir para lá alguns dias mais cedo, para fazer testes de voz e habituar-me à rotina diária.
Comecei a 18 de Abril e a primeira semana foi impecável. Daí para a frente, foi sempre a descer. Primeiro, com uma colega de trabalho que queria mandar na redacção toda. Depois, com uma direcção fraca e sem pulso para tomar conta da situação. A seguir foi o Centro de Emprego que adiou a aprovação do estágio para finais de Maio (ou seja, nada de ordenado no fim de Maio). Depois disso, uma tentativa chantagista da direcção para me manter lá sem pagar, ameaçando com a anulação do estágio caso eu esperasse por este em casa. E tudo termina como começou, com a tal cabra lunática a tentar espezinhar-me e a colocar em causa as minhas habilitações e decisões - para verem o ponto a que chegou, reparem que ela dava-se ao trabalho de, num feriado!, levantar-se às 9 da manhã para ouvir o noticiário e ligar, em seguida, para a rádio para dizer que isto e aquilo estava mal e tinha de ser feito de outra forma. Não, não era chefe nem directora. Sim, estava a passar claramente das marcas. Tudo isto culminou em violenta discussão via telefone na última segunda-feira.
Eram, decididamente, demasiados pés esquerdos para um começo de trabalho. Terça e quarta fiquei em Braga, falei com os centros de emprego daqui e de Barcelos, para saber que consequências teria uma desistência em termos de estágios futuros. Absolutamente nenhuma. Oh maravilha! As cartas de desistência seguiram ontem, uma para a rádio, outra para o centro de emprego. Ponto final, parágrafo, mudança de página.

Avalio agora as possibilidades que tenho. Uma delas, que me parece a mais próxima de se concretizar, envolve um regresso aos livros e a UMa casa que bem conheço para dar um rumo diferente à vida. Para já não digo qual é... fica para uma ocasião mais propícia. Digo apenas que essa etapa, a existir, vai ser acompanhada e talvez precedida de um qualquer emprego que permita pagar propinas e demais despesas, que CS já sobrecarregou a bolsa familiar mais do que o que devia.

Até lá, e porque ainda faltam uns meses, comecei hoje a colecção da primeira série disto:



Estou a descobrir a série pela primeira vez... apesar de saber há muito que passa na 2:, nunca vi um episódio. Gostei e fiquei nas 02h00 para fazer render o peixe. Na Visão da próxima semana há mais.

Finalmente, se o blog voltar a estar paradito durante uns dias, não se admirem. Domingo sou capaz de ir a Lisboa e talvez aproveite para ir passar a semana que vem a Albufeira. Depois do trabalho, as merecidas férias! :p :)

terça-feira, 18 de abril de 2006

Último dia de férias

Pois bem... hoje (segunda) foi o último dia das férias forçadas que comecei em Outubro, depois de ter saído de A Bola. Aproveitei-o entre dois vícios: o do SimCity 3000 e o da minha mais recente aquisição em matéria de jogos de tabuleiro: São Petersburgo. Muito interessante, podem ver mais aqui.



Amanhã começo um período de adaptação ao local onde vai decorrer um estágio profissional de nove meses, dependente apenas da aprovação do Intituto do Emprego. Se tudo correr bem, o estágio propriamente dito começará em Maio, mantendo-me ocupado até ao final de Janeiro do próximo ano.
Para além do factor "ordenado", que não é desprezível de todo, existe também o desafio de fazer rádio, algo que tinha vontade de experimentar há já algum tempo. Junta-se a fome à vontade de comer, portanto. Para além de tudo isto, ainda é preciso ter em conta que esta pode ser uma oportunidade com pernas para andar, já que a rádio está em processo de restruturação e a própria directora admitiu já que é possível que continuem a precisar de mim depois do estágio. Assim sendo, vamos a isto! :)

PS - Para os mais cuscos, chama-se Rádio Barcelos e emite em 91,9 FM. Não se assustem.

sexta-feira, 14 de abril de 2006

A nova doutrina

A partir de ontem, actividades como ver televisão, ler jornais e navegar na internet passaram a constar no rol de pecados. Para além da evidente campanha de negação do acesso à informação - que nos faz pensar se, afinal, o Vaticano não será regido por uma ditadura fascizóide -, há a realçar um pormenor muito importante, que vem mostar que, nos dias de hoje, nem os líderes máximos de uma instituição estão livres do pecado. Pergunto eu, então: QUE VEM A SER ISTO, SENHORES?!? Arrepende-te de imediato... pastor alemão!

domingo, 9 de abril de 2006

sexta-feira, 7 de abril de 2006

The Vengeance, the Vendetta


Remember remember the fifth of November
Gunpowder, treason and plot.
I see no reason why gunpowder, treason
Should ever be forgot.


Está, seguramente, entre os melhores filmes do ano. O tempo dirá se não se trata, até, do melhor.
V for Vendetta é grande demais para descrições, opiniões ou críticas. V é daquelas obras que merecem ser vistas e revistas, por todas as razões e mais alguma.
Saiam de casa, vão ao cinema, vejam este filme.
E tentem acompanhar, de fio a pavio, o monólogo de apresentação do mascarado V.

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Booooooring...



(bocejo...)

Ultimamente sinto que conheço bem demais os cantos da minha casa...

domingo, 2 de abril de 2006

Às vezes pode dar jeito

Há pessoas de quem Jorge Sampaio se esqueceu naquela vaga de condecorações que levou a cabo nos últimos dias do seu mandato. Digo isto porque há indivíduos que nitidamente se destacam da mole humana que todos os dias calcorreia as ruas do nosso país, levando a cabo esforços inigualáveis na tentativa de ajudar o próximo. Fazer o bem sem olhar a quem é sempre louvável e pessoas que o fazem mereciam uma condecoração, nem que fosse uma daquelas de fim de mandato. Ficava bem e deixava-nos com um sentimento de que o país reconhece os actos dos seus cidadãos mais valorosos.
Vamos pôr os olhos nesta situação: precisamos urgentemente de dinheiro. OK, todos precisamos, mas não é disso que estou a falar. Precisamos de dinheiro na mão, dinheiro vivo, notas. Por um azar qualquer, a loja onde estamos a fazer aquela compra por que ansiámos durante o último mês e meio tem o pagamento electrónico fora de serviço e nós, como sempre, não temos dinheiro que chegue na carteira. Precisamos de um Multibanco!
Explicamos a situação ao balcão e saimos da loja para levantar dinheiro para pagar. É um cenário que causa sempre tensão. Enquanto caminhamos, já ouvimos na nossa cabeça aquela música que a TSF costuma colocar nos instantes finais dos relatos dos jogos de futebol. Há gotículas de suor a escorrer da nossa testa. Chegamos finalmente ao Multibanco e introduzimos o cartão. Marcamos o código, tudo bem, e começamos a descomprimir. E é neste preciso instante, quando procuramos a opção Levantamentos, que nos apercebemos de que ela não está lá. Olhamos duas vezes, certos de que os nossos nervos nos estão a pregar uma partida. Mas nada. Os Levantamentos não estão mesmo no écran. Começam as palpitações. Que raio vamos fazer? Vamos ao outro Multibanco, que fica ali a 300 metros? E se ele está fora de serviço? E se há uma fila enorme e nunca mais de lá saimos?
É neste momento de terror que percebemos o quão valiosa é uma mão amiga que nos mostre a luz e a atitude certa a tomar. Quem colocou o aviso merece, de facto, uma estátua!


A câmara do telemóvel é má, reconheço... diz "Quebrar em Caso de Emergência"

segunda-feira, 27 de março de 2006

Uma História de Violência


Andava a saltar de blog em blog, ontem à noite, quando este post despertou a minha vontade de ver Uma História de Violência. O trailer, a que já tinha assistido há uns dias, não me tinha aquecido nem arrefecido, mas lá decidi pegar no casaco e ir ver o filme.
Estava à espera de mais, confesso. Não digo de melhor porque não fica qualquer dúvida sobre a grande qualidade da criação de Cronenberg, mas falta decididamente qualquer coisa para que seja um filme forte, com o impacto, por exemplo, de um Crash. Exceptuando as três sequências que dão nome ao filme - e de que forma, já que alguns planos são explícitos até dizer chega - e duas outras de "violência conjugal" (entenda-se, sexo), a acção decorre sempre em lume brando, numa narração sem pressas que acaba por prejudicar o ritmo da obra e manter a atenção do espectador, a espaços, presa por um fio muito frágil.
Cronenberg consegue, em Uma História de Violência, lançar ao público um motivo de reflexão sobre as consequências de acções passadas e sobre a validade dos meios que permitem manter o presente tal como ele é. A dupla identidade de Tom Stall (ou Joey Cusack) mostra quão ténue pode ser a fronteira entre uma reconversão bem sucedida ou uma vida de mentira, cabendo ao espectador julgar a personagem de Viggo Mortensen pelas opções tomadas.
Para quem é alérgico a finais em aberto, talvez não seja má ideia sair uns minutos antes... de qualquer das formas, terá de usar a imaginação para dar um desfecho bem definido à história.
Uma História de Violência é um óptimo filme, realizado de forma inatacável e interpretado por um elenco soberbo que não admite qualquer reparo ao nível da sua prestação. Mais um dos (muitos) títulos que, recentemente, se têm candidatado a um lugar na colecção de DVDs.

quarta-feira, 22 de março de 2006

Cinéfilo, eu?

O post 150 deste antro degrandante fala de cinema. Ontem enchi-me de coragem e fui a duas sessões de seguida. Aproveitei a promoção do Dia C do Bragashopping, meti o carrinho no parque e fui ver Crash e Coisa Ruim.


Crash é um filme brutal em todos os sentidos. Primeiro pela abordagem frontal e descomplexada que faz ao racismo, retratado em formas que vão além do clássico choque branco/preto e que ilustram as dificuldades que cada etnia enfrenta para sobreviver na amálgama de culturas que é L.A.. Depois, pela mestria com que nos obriga a pensar sobre o que estamos a ver, sem que isso implique um esforço da nossa parte para acompanharmos a história e entendermos o que se passa. É um filme que levanta questões sobre a natureza humana, estereótipos, subversão das noções de bem e mal em favor de ambições pessoais e avaliações que fazemos das acções alheias. Os desfechos são quase sempre dramáticos, o que leva Crash a assemelhar-se à vida real de uma forma que chega a roçar a perfeição.
Fui vê-lo por acaso... e bem se pode dizer que há acasos que fazem todo o sentido.


Coisa Ruim deixava-me na expectativa. Confesso que não fui grande entusiasta da ideia desde o primeiro momento e levei algum tempo até ter vontade de vê-lo. Primeiro, porque se trata de uma produção portuguesa e, confesso, não são estes os filmes que mais me puxam para dentro de uma sala de cinema. Em segundo lugar, porque o anunciado género não é o meu favorito. Ainda assim, acreditei que pudesse ser interessante, principalmente depois de algumas críticas e opiniões favoráveis que fui lendo e ouvindo.
Felizmente não fui enganado. Coisa Ruim pega numa família lisboeta dos nossos dias e larga-a à sua sorte nas profundezas da beira interior, território serrano onde Deus e o Diabo travam épicas batalhas quando o Sol se esconde. Terra de crenças e folclore profundos, onde a superstição é unha com carne com a realidade.
A velha casa que Xavier herda de um tio-avô esconde uma história macabra que remonta a tempos anteriores à sua própria construção. Mergulhada num mundo de mitos e crenças populares, a família Oliveira Monteiro vê-se obrigada a lutar contra fantasmas do passado e do presente para se manter unida, mas acaba por pagar um preço muito elevado pelas acções dos seus antepassados.
Rodrigo Guedes de Carvalho disse inúmeras vezes que pretendera escrever um filme que desmistificasse a ideia do terror com muito sangue e violência, palavras que bem se compreendem depois de visto Coisa Ruim. A história é extremamente cativante e mantém o espectador ansioso por ver o que vem a seguir e no que todo aquele jogo de crendices vai resultar. Não se trata apenas de uma "história de fantasmas", mas também de uma excelente análise da forma como a ideia do sobrenatural e o poder de sugestão de crenças antigas podem afectar a vida de uma aldeia. A espaços, consegue ser desesperantemente lento - apetece dizer "tipicamente português" - mas nunca se torna desinteressante. Mérito para argumentista e realizadores, mas também para um elenco que, sem estrelas, desenvolve um trabalho sólido e credível, ainda que os diálogos iniciais pequem pelo tom demasiadamente falso.
Acho, apesar de tudo, que o filme perde algum interesse quando abandona a ideia sempre latente de desmitificação do sobrenatural para cair na sua aceitação e materialização. Evitável, do meu ponto de vista, mas perfeitamente aceitável se nunca esquecermos de que se trata de uma obra de ficção. Penso que Coisa Ruim não terá o sucesso de bilheteira alcançado pelo Crime do Padre Amaro, mas não existe comparação possível entre ambos. Coisa Ruim é muito, muito superior.

terça-feira, 21 de março de 2006

Hã???

Os meninos da novela vão abrir o Rock in Rio. Falem-me de expectativas baixas...

segunda-feira, 20 de março de 2006

Espaço a mais

Cheguei a este quarto há quase três anos, depois das obras cá em casa. Hoje fiz a primeira mudança nas fotografias que tenho por aqui espalhadas. Muito estranho... está um vazio muito grande.

quarta-feira, 15 de março de 2006

Hoje...


... é dia de passeio.

sexta-feira, 10 de março de 2006

quinta-feira, 9 de março de 2006

A noite em que o inferno gelou

Passei os últimos 15 dias a ouvir publicidade enganosa. Que o Benfica não jogava a ponta de um corno, que o Liverpool podia bem ter-nos enfiado quatro, que os golos estavam todos guardados para a segunda mão, que Anfield ia ser um inferno. Afinal chega o dia do jogo e... nada! Tudo promessas ocas.
Anfield foi um bom inferno para guardar gelados; o Liverpool... OK, pressionou-nos durante um bom bocado e até mandou duas bolas ao ferro, mas esteve longe de ser uma equipa temível e avassaladora, daquelas que nos deixa a tremer só de ter a bola nos pés; e os quatro golos e essa treta toda... tretas, mesmo! Mas já começo a estar habituado à boca larga dos ingleses (e de alguns portugueses que por aí andam).

A verdade do jogo de ontem é que o Benfica foi magistral, mais ainda do que na primeira mão. Admito que, há 15 dias, tivemos alguma sorte na forma como chegámos ao golo, num lance de bola parada depois de 83 minutos em que a defesa foi o sector com mais trabalho. Ontem, porém, foi diferente. Já se sabia que a defesa ia voltar a ter muito trabalho, não só porque o Liverpool ia pressionar, mas porque havia uma vantagem a defender. Até aos 20 minutos, a coisa pareceu-me um pouco mal parada... havia muitos jogadores apáticos e o Nuno Gomes a distribuir jogo estava um zero perfeito. A defesa também ia dando algumas ofertas e receei que a coisa pudesse correr mesmo mal, até porque levámos com uma bola no poste logo aos 10 minutos. Mas depois o filme foi-se compondo. A defesa começou a acertar e o Benfica ganhou espaços, chegou-se à frente e, à meia-hora, podia ter marcado, não fosse o genial remate de Geovanni ter batido caprichosamente na trave. A equipa motivou-se e levou apenas cinco minutos a ganhar uma bola em zona de ataque, que fez chegar aos pés de Simão. O capitão, como quem não queria a coisa, "abusou" de três defesas da casa e disparou ao canto superior esquerdo da baliza de Reina, que bem se esticou mas já só a viu lá no fundo.
Festa no sector português, reforçada pela necessidade de um Liverpool pouco concretizador alcançar três golos para dar a volta à coisa. A toada manteve-se, na segunda parte, mas era visível que os 'reds' já não acreditavam. A pressão era menor a cada minuto e o Benfica começava a ganhar a confiança de quem tem pé e meio na fase seguinte da competição. Defendendo sempre exemplarmente e procurando o ataque com segurança, os da Luz roubaram toda e qualquer réstea de esperança a um Anfield vergado aos cânticos de vitória dos 2500 portugueses presentes na bancada.

Quando Miccoli, aos 88, num misto de talento e acrobacia, coloca a bola fora do alcance de Reina para o 2-0, foi apenas a confirmação daquilo que há muito já se sabia: o Benfica estava apurado, entrando no lote das oito melhores equipas europeias e provando, para além de qualquer sombra de dúvida, que o Liverpool de Benítez nunca foi adversário à sua altura.
Festa em Portugal, um milhar de adeptos às cinco da manhã no aeorporto de Lisboa para receber os heróis de Anfield e, amanhã, todas as atenções centradas em Paris, acompanhando o sorteio dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, onde (espero eu) o nome do Arsenal seja também o do próximo adversário do Benfica.

domingo, 5 de março de 2006

PVT


Apesar das horas, dos 3 graus e do sono... quero mais gomas! :) E isto não fica por aqui, ai não, não! :p

sábado, 4 de março de 2006

Impressão digital


É bem capaz de ser a capa mais infeliz desta época...

quarta-feira, 1 de março de 2006

Interrogações existenciais

Terça-feira tenho uma entrevista de emprego em Lisboa, para um estágio profissional. Já não é a primeira... fez ontem precisamente uma semana que lá estive pelo mesmo motivo, ainda que não se trate do mesmo emprego. Ora, como é do domínio público - e, se não é, isso só prova que ninguém liga puto aos perfis do blogger que aparecem ali à direita -, eu estou desempregado e qualquer oportunidade de trabalho deve ser agarrada com unhas, dentes e qualquer outro objecto preênsil/cortante/dilacerante que esteja à mão. No entanto, também há que ter em conta que estou desempregado (não sei se já tinha dito...), o que torna qualquer ida a Lisboa num investimento avultado. Se a probabilidade de este encontrar retorno sob a forma de contrato de trabalho ronda 1:49, a de esse retorno provir de fontes familiares não será muito melhor, já que elas possuem, naturalmente, as suas próprias restrições orçamentais.
Posto isto... o que é que eu faço, porra?!? :p

domingo, 26 de fevereiro de 2006

Deus não dorme!



Na época passada, Petit disparou de longe para um frango monumental de Baía. Olegário Benquerença e o auxiliar vieram em socorro dos portistas e anularam um golo que tinha tudo para ser validado, incluindo a lei que consagra o benefício de quem ataca.
Dezasseis meses e nove dias depois, a justiça foi "reposta". Quis o destino que Helton, depois de uma série de boas exibições, se lesionasse num treino, deixando caminho aberto para o regresso de Baía. Quis o mesmo destino que Laurent Robert, qual Roberto Carlos, num livre a 40 metros da baliza, disparasse uma bola curva que bate no chão à frente do homem dos 400 jogos, passando-lhe por cima da mão direita e parando no fundo da baliza. Uma fotografia que vai direitinha para o álbum de recordações dos benfiquistas!

Foi uma enorme vitória que, em termos de campeonato, pode nem vir a adiantar nada, já que o nosso atraso para o líder continua a ser considerável, dado o número de jogos que faltam disputar. Mas uma vitória destas sabe sempre bem. Não apenas pelo nome do adversário - que, obviamente, também ajuda -, mas também pela forma como foi conseguida.
Poderão alguns dizer "jogo fraco, foi um lance de sorte e o Benfica não fez mais nada". Eu discordo. Primeiro porque o Benfica fez mais do que marcar um golo. A defesa da Luz foi uma muralha intransponível para o ataque do Porto e, nisso, há que dar todo o mérito ao quinteto brasileiro, que "secou" Quaresma, McCarthy, Hugo Almeida, Lisandro, Adriano e o sempre perigoso Lucho. O argentino, tantas vezes maestro do conjunto nortenho, foi sempre elemento apagado, distante do jogo e - felizmente - de uma boa exibição. Defender é parte do jogo e, por estes dias, em Portugal, será muito difícil encontrar quem o faça com maior mestria que o Benfica.
Em segundo lugar, porque não tendo sido um jogo espectacular - ainda que alguns bons momentos tenham surgido lá pelo meio -, tratou-se de uma partida muito intensa, onde qualquer falha podia ditar alterações no marcador. E aí é preciso realçar a forma como o onze encarnado soube lidar com a pressão, não baixando a guarda e procurando ameaçar a baliza de Baía sempre que possível.
Os pontos ficaram em casa e a discussão pelo título está relançada. Esperemos agora que o Benfica saiba dar continuidade a estes resultados positivos e não desate a estragar tudo frente a uma Naval qualquer...

Post ao intervalo

Apesar do penalty roubado, de uns cartões que ficaram por mostrar aos tripeiros (dos quais uma expulsão ao cigano) e da habitual azia do Coroado, este jogo já me permitiu perceber porque é que os adeptos azuis levaram máscaras contra a gripe das aves: foi por causa do frango que o Baía soltou mesmo ao pé deles.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Campeões europeus


Hoje só tenho força para isto. Amanhã digo mais.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Retrato da administração do país real


Tenho andado a enviar várias candidaturas ao PEPAP, o programa de estágios profissionais na administração pública. Várias é pouco. Muitas. A maior parte delas só segue para não ficar com peso na consciência, uma vez que, estando inscrito há menos de três meses no centro de emprego, as hipóteses de conseguir sequer passar à fase de entrevista andam bem perto de valores negativos.
Adiante. Agora que alguns dos resultados começam a ser publicados, não deixa de ser interessante analisar a (fraca) imagem que algumas instituições transmitem, principalmente a nível do cumprimento das regras. Nos prazos, por exemplo, o defeito é quase geral. Salvo duas ou três excepções, todos os organismos excederam os dez dias úteis de que dispõem para a publicação dos resultados. A maior parte dos "prevaricadores" atrasou-se um ou dois dias, mas há casos, como este, cujo prazo expirou há mais de meio mês e listas... nem vê-las. Eles bem tentaram, coitados, publicar na última semana. Até puseram um aviso, datado da última terça, a explicar que os resultados iam ver a luz do dia até ao fim da semana em questão. Até ontem, nada. Hoje tiveram, pelo menos, a dignidade de retirar o aviso.
Mas há mais casos de incumprimento de datas. Aqui está outro que foi publicando resultados a conta-gotas. Como é óbvio, e porque nestas coisas eu sou sempre um tipo com sorte, a lista referente à função a que me candidatei ainda está não se sabe bem onde, devendo chegar não se sabe bem quando. Nisto dos atrasos, para o rol ficar completo e ninguém se rir do parceiro, falta-me referir estes, cujo prazo terminou ontem.
Por esta coisa do PEPAP, regulamentos inventados na hora também não faltam. Nesta força de segurança, a minha candidatura foi excluída por um critério que, simplesmente, não aparece em nenhum regulamento. Ainda pensei em reclamar mas - sejamos realistas - as minhas hipóteses de com isso ganhar alguma coisa que não dores de cabeça são muito, mas mesmo muito reduzidas. Engoli o sapo e passei à frente, consciente de estar a ser um péssimo exemplo de cidadão.
Para fechar, faço também referência a estes senhores. Estes senhores, responsáveis por uma parte considerável da saúde da nação (oh, Deus!!), não só se atrasaram na publicação dos resultados, como também cometeram a proeza, contra o que é indicado no regulamento do programa e no código de procedimento administrativo (espero não estar a dizer asneira), de não separar os candidatos por lista A, lista B e excluídos. Rabiscaram para lá o nome dos (neste caso, das) que foram admitidos a entrevista e os outros que decidam em que grupo querem ficar.
E eu, tudo bem! Para mim pode ser o grupo "A+" - Admitidos Sem Necessidade de Entrevista, Com Remuneração Duas Vezes Superior à do Responsável Máximo Pelo Organismo em Causa. Pensando bem, isto até tem vantagens.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

domingo, 29 de janeiro de 2006

A neve que por cá cai






Pois...

domingo, 22 de janeiro de 2006

Filme da noite

O filme desta noite de 22 de Janeiro de 2006 tem de passar, obrigatoriamente, pelas eleições presidenciais que deram a Cavaco Silva uma vitória incontestável logo na primeira volta. Já lá irei. Antes disso, quero falar de outro filme, um daqueles com realizador e actores, de se ver com atenção e balde de pipocas a jeito.


Match Point é a mais recente criação de Woody Allen, que deixou de lado duas das marcas características dos seus filmes: desta vez, Allen não desempenha qualquer papel na história e Nova Iorque não foi o cenário escolhido.
A acção gira em torno do jovem irlandês Chris Wilton, iniciando-se quando este decide mudar-se para Londres. Imediatamente conhece Tom Hewett, o qual, sem saber, irá trazer alterações dramáticas à vida do recém-chegado com um simples convite para a ópera. A partir daí, Chris torna-se muito próximo da família Hewett, conhecendo Chloe e Nola, respectivamente irmã e noiva de Tom. O irlandês acaba por se ver dividido entre os mundos do amor e da luxúria, incapaz de abrir mão de qualquer um deles. Desesperado e preso numa teia que se torna cada vez mais sufocante, Chris recorre a uma solução extrema cuja consequência apenas pode ser a perdição.
Este é um filme que apresenta uma convencional história de um triângulo amoroso, convidando-nos a imaginar alguns finais plausíveis e mantendo-nos como que "adormecidos" enquanto a acção decorre sem surpresas. No entanto, quando Chris toma uma decisão sobre a sua vida, tudo se baralha em menos de nada e o desfecho acaba por ser absolutamente diferente do que se poderia imaginar, arrancando mesmo gargalhadas a quem assiste.
Um excelente filme com o dedo de Woody Allen a fazer-se notar muito perto do final, lembrando que a vida também pode ser um jogo de azar. E de sorte.


Cavaco, o Presidente anunciado

Vamos, então, às eleições.


Não houve surpresa. Cavaco Silva foi eleito Presidente da República com 50,6% dos votos, numa eleição em que a abstenção voltou a aproximar-se preocupantemente dos 40 pontos percentuais.
Com a principal dúvida centrada na barreira dos 50%, há muito que as sondagens vinham apontando no sentido daquilo a que hoje se assistiu, não deixando grande margem aos restantes candidatos para sonharem com a segunda volta. A perda de alguma vantagem, quer durante toda a campanha, quer durante a análise dos resultados depois do fecho das urnas, nunca pareceu pôr em causa a vitória já na primeira volta, apesar de a incerteza se ter mantido até final, como comprovam as escassas seis décimas que garantiram o triunfo de Cavaco.


Mas nem só de vencedores se fazem as eleições. O exemplar desempenho de Manuel Alegre deve ser reconhecido, não tanto pelos números absolutos do resultado final, mas porque foi capaz de levar até ao fim uma candidatura amaldiçoada à nascença pela "máquina" Socialista, batendo nas urnas aqueles que prematuramente lhe retiraram apoio. Sócrates deverá estar agora consciente de que cometeu um erro político ao optar por um candidato desgastado e nitidamente desfasado das exigências desta campanha. No entanto, não satisfeito com isso, o primeiro-ministro ainda guardou chumbo para um último tiro no pé, que brilhantemente disparou ao sobrepor a sua comunicação à de Manuel Alegre, que já se encontrava a discursar. As televisões apararam o golpe de azia ao lider do PS e Alegre, qual Jerónimo de Sousa, ficou sem voz.
Referência a Soares apenas para me regozijar com a baixa votação por ele alcançada, lamentando o facto de 14,3% dos portugueses terem espirrado na altura de fazer a cruz, o que os levou, por engano, a votar no candidato socialista.

Pessoalmente, estou satisfeito. Ganhou quem eu queria. Ganhou quem oferece mais garantias de trazer equilíbrio ao tabuleiro da política activa portuguesa. Ganhou quem tem maiores argumentos teóricos para ajudar (repito, ajudar, porque se trata do Presidente e não do Primeiro-Ministro) a fazer frente à crise - essencialmente - económica que o país atravessa. Daqui a cinco anos saberemos se o voto foi útil.

domingo, 8 de janeiro de 2006

A boa-vontade tem destas coisas...


Ontem, a porteira do meu prédio aceitou uma encomenda para mim. Deixou-a ficar num apartamento de familiares que cá moram e deixou-me um aviso debaixo da porta para a ir buscar ao primeiro andar. A intenção era a melhor, eu sei... mas a encomenda era para recusar! :p Adivinha-se maratona negocial para convencer a empresa remetente de que foi um engano...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Ele quem?

A figurinha de Mário Soares tornou-se irritante. Não só porque revela tiques de um "tachismo" exagerado, como também porque protagoniza toda uma campanha pela negativa, mais preocupado em atacar uma certa candidatura adversária do que em promover a sua própria. Não há paciência, não me dou ao trabalho de lhe dar atenção. Hoje, porém, ouvi-lhe uma pérola proferida durante o jantar-comício de ontem, referindo-se ao seu alvo preferido: «Ele tem de falar e explicar aos portugueses porque é que está tão ávido de ser Presidente da República outra vez...». Terá sido um momento de introspecção inesperado?