quarta-feira, 27 de abril de 2005

É oficial

Ainda não foi a última vez que o :SW?: mudou de cara...

terça-feira, 19 de abril de 2005

Provocações Magnolianas

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro querias ser?
Desculpem... duas coisas:

1º - Fahrenheit 451?! Mas que porra é o Fahrenheit 451 e porque raio é para aqui chamado?

2º - Ser um livro? E abdicar do direito a andar, ver, ouvir, tocar, comer (não só alimentos...), cheirar e jogar Xbox? Não me parece...

Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por uma personagem de ficção?
Sim. NrowS. (Desafio eventuais filósofos de ocasião a provar que ele existe)

Qual o último livro que compraste?
Para não dizerem que ando aqui a fugir com o rabo à seringa, até digo OS ÚLTIMOS que comprei desde o último Verão (também não são muitos):
- Manual de Infidelidade Para Jovens Pais
- A Rádio Não Acontece, Faz-se
- A Regra de Quatro
- O Códice Secreto
- Anjos e Demónios
- É Um Mundo Mágico (Calvin & Hobbes)

Qual o último livro que leste?
Anjos e Demónios, tal como a Magnólia.

Que livro estás a ler?
Morte em Plum Island, de Nelson DeMille

Que livros (cinco) levarias para uma ilha deserta?
Eu nunca iria para uma ilha deserta. Essa é a questão...

A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Ao senhor Luís Vaz de Camões, porque sempre tive curiosidade para saber mais acerca dos gostos literários do zarolho mais erudito do país; ao Shrek, que, como todos sabemos, é um ogre culto - lê imenso na casa de banho; e ao sr. Jorge Nuno Pinto da Costa, que há-de ter muito tempo para responder a esta treta quando for "refrescar as ideias"... Aliás, vou já tratar disso.

Antes que perguntem

Preto não é forçosamente sinal de luto. Neste caso, não é.

domingo, 3 de abril de 2005

Vazio


É o que fica depois da morte de João Paulo II. Ainda que muitos de nós não se sintam pessoalmente afectados pela morte do Papa - e eu, confesso, incluo-me nesse grupo -, não há como não dar a Karol Wojtyla o merecido crédito por 26 anos de um pontificado marcado por uma luta incessante pela paz, pela igualdade entre os Homens e pelas suas convicções, de um modo geral.
Ainda que possamos não concordar com os seus pontos de vista, há que respeitar Wojtyla por ter sido um exemplo de coragem e perseverança até ao final dos seus dias. Acima de tudo, João Paulo II ensinou-nos a não desistir e mostrou que o Mundo só tem a ganhar com pessoas da sua integridade moral.
Vão-se os anéis, ficam os dedos. Wojtyla morreu, mas o trono de S. Pedro espera apenas que se defina a identidade do seu novo ocupante. Creio, no entanto, que o imaginário colectivo se encarregará de manter viva a imagem de João Paulo II como líder da Igreja Católica Romana.
Por tudo isto, o :SW?: curva-se hoje perante a memória de um dos homens mais marcantes dos nossos tempos. Que descanse em paz.