domingo, 28 de novembro de 2004

Remember

Now you’re awake
Are you pleased with your pain?
I’m watching, smiling
With hatred comes hatred and your lips are tasting my coldest kiss

And I’d bet my life on this

You are crying for help, you try to reach out for my hand but I wont be there,
‘Cause I dont care and I’m leaving you to drown in tears

Recall your fears, now they become tears, remember I once needed you

Icon & The Black Roses

sexta-feira, 26 de novembro de 2004

Pergunta existencial


Para um kiwi, estar verde é bom ou mau sinal?

segunda-feira, 22 de novembro de 2004

Merece atenção:

Amigo, a semana que agora começa é de luta. Não de luta académica tradicional, de contestação contra as propinas ou contra a ineficácia da Acção Social. Esta luta é bem mais séria: é a luta pela liberdade de imprensa, que representa, tão só, a liberdade de expressão ao dispor de cada cidadão.
Por isso (e por muitas outras coisas), espero que todos estejamos presentes na manifestação da próxima quarta-feira. Espero que todos digam ao amigo para se juntar a nós. E que esse amigo diga ao amigo do amigo, e ao amigo do amigo do amigo.... Mas acima de tudo, espero que todos tenham consciência daquilo que aqui é posto em causa!
Não é a direcção do Académico que queremos defender; não é somente o Semanário "de todos nós" o motivo de todo este protesto; O verdadeiro motivo, pelo menos para mim, é a revolta que sinto por um grupo de estudantes, que se dizem dirigentes associativos, proceder tal qual um gabinete de censura, de opressão e de controlo de opiniões
Se têm dúvidas de que vale a pena lutar contra tudo isto, não tenham. Porque, sejam quais forem as consequências, é a consciência de cada um que ficará tranquila.
Abraço

Hélder Beja, Comunicação Social

PS - A manifestação é na próxima quarta, dia 24, às 15 horas. Ponto de encontro: Prometeu.

quinta-feira, 18 de novembro de 2004

Não!

Isto não podia ter acontecido...

quarta-feira, 17 de novembro de 2004

Não tenho 30, mas...

Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste conclusão.
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os
que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no
Tom Sawyer.
"Quem?", perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que
andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer,
mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino
senegalês cantado em mandarim.

Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não
conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma
caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs;
Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves
triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a
noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as
suas membranas no meio dos dedos; A Super-Mulher, heroína que nos
prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,
lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic
Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...

E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que
marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não
conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do
velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe
assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.

Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não
passaram, o que os torna fracos. Ele nunca subiu a uma árvore! E
pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super- herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas
obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível
que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce.
O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.

Confesso, senti-me velho.

Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo
bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo
real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe,
eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar
pela Lara Croft. Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca
fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns
contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar
pontos e a fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois
meses em casa a fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por
ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não
existiam
antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho (muitas vezes chamado de
"terno"), nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um
bocado de terra espalhada por cima não estancasse.

Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas,
porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na
altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se
entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos
tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava
boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso.

Não estamos cá?
Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores
com menos idade?
E ainda nos chamavam geração "rasca"... Nós éramos mais a geração "à
rasca", isso sim.
Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre
à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca a ver se a
namorada estava grávida, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai
emprestar o carro.

Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K,
tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda
de anos e Natal, tudo junto.

Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta
e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem
aquela versão da bicicleta.

Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se
conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o tóto de óculos, que levava
porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha
namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou
gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos
dentes, as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua
até às dez da noite, os outros são proibidos de se dar com ele.

Descaradamente plagiado a partir da obra de Nuno Markl.

terça-feira, 16 de novembro de 2004

Criancices...

E anormal é com o "A",
"A", "A", "A"!
Estúpido é com "E",
"E", "E", "E"!
Idiota é com o "I",
"I", "I", "I"!
O "U" depois do "O"
Faz o otáriO-U!

:D

terça-feira, 9 de novembro de 2004

À vista



Segundo os senhores do site de onde tirei isto, é já no dia 10 de Dezembro. Cá vou esperar... sentado, mas não muito! ;)

segunda-feira, 8 de novembro de 2004

Hoje apetece-me dizer isto:

Agora que estamos numa época em que tanto se discute quem manda em que órgão de comunicação e de que forma, agora que os cordelinhos que mexem a marioneta já não são fios de nylon mas, cada vez mais, cabos de aço, não será altura de sair das sombras e mostrar que orientações de interesses movem realmente cada jornal, cada rádio, cada televisão? Seria preferível saber que há interesses e de que forma funcionam do que comprar esses interesses pensando que se leva um produto isento. Por outras palavras, é melhor comprar gato sabendo que se compra gato, do que ser tomado por lorpa e comprar o famoso 'gato por lebre'.
Claro que também acredito que isto nunca acontecerá, pelo menos em Portugal, já que o peso de mais exemplares vendidos e audiências mais altas suplantará sempre o da transparência e do trabalho que, podendo não ser absolutamente imparcial, procura ser o melhor dentro das condicionantes que o regem. Também sei que muitos não concordarão comigo, mas prefiro as coisas às claras do que ver um país em que se fala à boca pequena dos interesses que se lêem e vêem todos os dias sem que alguém seja capaz de assumí-los claramente como seus! Grande rigor...

Coincidências??

1999/2000
9ª Jornada

FC Porto 3-0 Sporting (árbitro: António Costa)

Classificação:
Benfica - 20
Porto - 19
(...)
Sporting - 15

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2004/2005
9ª Jornada

FC Porto 3-0 Sporting (árbitro: António Costa)

Classificação:
Benfica - 20
Porto - 19
(...)
Sporting - 14



Eu não quero acreditar em coincidências tão grandes... até porque, há cinco anos, o campeão foi... o Sporting!!! :s